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11/08/2006 A+   A-

Fracht do Brasil leva 8 mil toneladas de equipamentos para construção de hidrelétrica venezuelana

Com 33% de crescimento no primeiro trimestre, empresa investe em marketing e na abertura de novas filiais no mercado nacional para continuar avançando no setor, disse o gerente financeiro, Rocélio Manso. Com três anos de atuação direta no Brasil, a empresa de logística Suíça Fracht, ainda aproveita a onda de forte crescimento desse início de operações. Prova disso é o crescimento de 33% no volume de mercadorias transportadas no primeiro trimestre de 2006 sobre o mesmo período do ano passado apesar da queda do dólar, que afetou o resultado da empresa. A Empresa atua no Brasil desde a década de 1960, mas somente através de parceiros locais. Em 2003, a companhia montou estrutura fixa para atendimento no território nacional. O objetivo, segundo o gerente geral Ricardo Marques, é oferecer no Brasil e na América do Sul, os mesmos serviços logísticos para projetos de grande porte realizados pela fracht na Europa. Para isso, foi fundamental a parceria constituída com a brasileira Irga. Com a joint-venture, a fracht vende e operacionaliza os projetos de logística, enquanto a Irga realiza o transporte de cargas de grande porte, a especialidade da empresa brasileira. Um desses projetos já está em andamento, informou o gerente de projetos da fracht, Márcio Fallakha. É a construção de uma hidrelétrica na Venezuela, para a qual uma empresa francesa está fornecendo os equipamentos. No total serão 20 mil metros cúbicos e 8 mil toneladas de cargas a serem transportadas pela fracht e pela Irga somente para essa obra, que deve levar 18 meses para ser concluída. A fracht está participando da logística de outros dois projetos também na Venezuela. Com a fase de expansão inicial dos negócios chegando ao fim, a empresa agora quer investir forte em marketing e na abertura de novas filiais para continuar avançando no Brasil. A Fracht já tem escritórios nos portos de Rio Grande, Itajaí, Santos, Rio de Janeiro, Vitoria, Salvador e Manaus, e nos aeroportos de Guarulhos, em São Paulo, e Viracopos, em Campinas.
 
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