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        <title>Últimas Notícias - Portal NewsComex - Logística e Comércio Exterior</title> 
        <link>http://www.newscomex.com</link> 
        <description>O portal News Comex é uma publicação on-line de informações e serviços do Comércio Exterior, Logística e Relações Internacionais.</description> 
        <language>pt-br</language> 
        <copyright>Copyright 2006 © NewsComex - Todos os direitos reservados.</copyright>
        <lastBuildDate>15/03/2010</lastBuildDate> 
        <ttl>20</ttl>
                    <item>
                <title>EUA ampliam críticas à produção de cana no Brasil</title> 
                <link>http://www.newscomex.com/mostra_noticia.php?codigo=20840</link> 
                <description>&lt;p&gt;
	O Departamento de Estado americano faz quatro men&amp;ccedil;&amp;otilde;es negativas &amp;agrave; produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cana-de-a&amp;ccedil;&amp;uacute;car no Brasil em seu relat&amp;oacute;rio anual sobre direitos humanos, o que tende a prejudicar os esfor&amp;ccedil;os da ind&amp;uacute;stria brasileira de etanol para derrubar as barreiras tarif&amp;aacute;rias para exportar o produto aos Estados Unidos.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	A produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cana-de-a&amp;ccedil;&amp;uacute;car aparece associada ao trabalho escravo, ao trabalho infantil e &amp;agrave; repress&amp;atilde;o do movimento sindical. No ano passado, havia duas men&amp;ccedil;&amp;otilde;es negativas ao setor e, neste ano, aparecem quatro. A produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de caf&amp;eacute; e de algod&amp;atilde;o, por outro lado, desapareceu do relat&amp;oacute;rio.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Todos os anos, o Departamento de Estado produz um relat&amp;oacute;rio detalhando as viola&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos direitos humanos em todos os pa&amp;iacute;ses do mundo, exceto nos Estados Unidos. O material &amp;eacute; encaminhado ao Congresso e, muitas vezes, &amp;eacute; usado como uma refer&amp;ecirc;ncia quando s&amp;atilde;o tomadas medidas comerciais importantes.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Os americanos imp&amp;otilde;em uma tarifa de 14 centavos de d&amp;oacute;lar sobre cada litro de etanol importado. A derrubada da barreira depende de decis&amp;atilde;o do Congresso. Os lobbies contr&amp;aacute;rios aos interesses brasileiros, sobretudo produtores locais de etanol feito de milho, costumam citar viola&amp;ccedil;&amp;otilde;es aos direitos humanos como um motivo a mais para barrar as importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	No relat&amp;oacute;rio, h&amp;aacute; uma refer&amp;ecirc;ncia indireta, sem citar o nome, &amp;agrave; Cosan. &amp;quot;Em dezembro, o Minist&amp;eacute;rio do Trabalho incluiu em sua &amp;#39;lista negra&amp;#39; 165 empregadores em 17 Estados que usaram m&amp;atilde;o-de-obra em situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o an&amp;aacute;loga &amp;agrave; de trabalho escravo&amp;quot;, afirma o documento do Departamento de Estado. &amp;quot;Em um caso envolvendo o maior produtor mundial de cana-de-a&amp;ccedil;ucar, sua inclus&amp;atilde;o na lista gerou uma a&amp;ccedil;&amp;atilde;o judicial que continuava em curso.&amp;quot;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	A Cosan foi inclu&amp;iacute;da na lista do Minist&amp;eacute;rio do Trabalho devido a um caso de 2007, que, segundo a companhia, j&amp;aacute; foi resolvido. A empresa foi considerada respons&amp;aacute;vel solid&amp;aacute;ria em trabalho escravo cometido por uma terceira empresa, que atuava de forma indireta na sua cadeia produtiva. Em janeiro, a Cosan obteve uma liminar que obrigou o Minist&amp;eacute;rio do Trabalho a retir&amp;aacute;-la do cadastro.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Ao longo dos &amp;uacute;ltimos anos, o relat&amp;oacute;rio citou, de forma gen&amp;eacute;rica, o setor de cana-de-a&amp;ccedil;ucar como uma das atividades em que o trabalho escravo ocorre com maior frequ&amp;ecirc;ncia, ao lado da produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de caf&amp;eacute; e de algod&amp;atilde;o. Neste ano, foi exclu&amp;iacute;da a men&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao caf&amp;eacute; e ao algod&amp;atilde;o.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	O setor tamb&amp;eacute;m &amp;eacute; relacionado ao trabalho infantil. &amp;quot;Crian&amp;ccedil;as foram envolvidas em produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o pecu&amp;aacute;ria, plantio de cana e na produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cer&amp;acirc;mica, tijolos, carv&amp;atilde;o, sisal e cal&amp;ccedil;ados.&amp;quot;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Em um outro trecho que trata da liberdade sindical, o Departamento de Estado relata que no dia 23 de agosto de 2009 dois homens mascarados atiraram e feriram Elio Neves, presidente da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos Trabalhadores Assalariados do Estado de S&amp;atilde;o Paulo, conhecido por representar os interesses dos trabalhadores do setor de cana-de-a&amp;ccedil;&amp;uacute;car em Ribeir&amp;atilde;o Bonito. &amp;quot;At&amp;eacute; o fim do ano n&amp;atilde;o havia nenhuma pris&amp;atilde;o&amp;quot;, afirma o relat&amp;oacute;rio. (&lt;a href=&quot;http://www.valoronline.com.br/?impresso/agronegocios/306/6154260/eua-ampliam-criticas-a-producao-de-cana-no-brasil&amp;amp;utm_source=newsletter&amp;amp;utm_medium=manha_12032010&amp;amp;utm_campaign=informativo&amp;amp;scrollX=0&amp;amp;scrollY=162&amp;amp;tamFonte=&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Fonte&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;
12/03/2010</description>
                <datePosted></datePosted> 
            </item>
                    <item>
                <title>Negócio põe a BP no pré-sal brasileiro</title> 
                <link>http://www.newscomex.com/mostra_noticia.php?codigo=20841</link> 
                <description>&lt;p&gt;
	Um dos pontos mais elogiados por analistas de mercado a respeito da aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o bilion&amp;aacute;ria dos ativos da Devon pela brit&amp;acirc;nica BP - por nada menos que US$ 7 bilh&amp;otilde;es em dinheiro - &amp;eacute; que a opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o permite a entrada da companhia no setor brasileiro de &amp;aacute;guas profundas, o que era considerado um &amp;quot;buraco&amp;quot; no seu portfolio. A BP &amp;eacute; uma das poucas grandes empresas de petr&amp;oacute;leo fora da ind&amp;uacute;stria petrol&amp;iacute;fera no Brasil, pelo fato de ter passado dez anos sem participar das licita&amp;ccedil;&amp;otilde;es da ANP, a ag&amp;ecirc;ncia reguladora do setor no pa&amp;iacute;s.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	No in&amp;iacute;cio da abertura do setor, a empresa tinha participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o no bloco BM-FZA-2 na bacia da Foz do Amazonas que foi adquirido na chamada Rodada &amp;quot;Zero&amp;quot;, assim chamada porque a Petrobras negociou diretamente parcerias em blocos explorat&amp;oacute;rios que ela detinha antes da cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o da ANP. Na Primeira Rodada da ag&amp;ecirc;ncia, realizada em 1999, ela participou de um cons&amp;oacute;rcio que adquiriu outro bloco na mesma bacia, o BM-FZA-1, em parceria com a Exxon, Petrobras, Shell e British Borneo. Ambos foram devolvidos no final do per&amp;iacute;odo explorat&amp;oacute;rio, sem que nenhuma descoberta comercial tivesse sido anunciada.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	N&amp;atilde;o por acaso, a BP tem sido uma das empresas que t&amp;ecirc;m feito cr&amp;iacute;ticas fortes da nova legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o no que diz respeito &amp;agrave; virtual volta do monop&amp;oacute;lio da Petrobras no pr&amp;eacute;-sal, liderando tamb&amp;eacute;m as cobran&amp;ccedil;as para retomada das rodadas de licita&amp;ccedil;&amp;otilde;es da Ag&amp;ecirc;ncia Nacional de Petr&amp;oacute;leo (ANP).&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Ao comprar ativos da Devon, a BP passa a ter no Brasil uma produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o ainda pequena - apenas 16 mil barris por dia - no campo de Polvo, na bacia de Campos. O projeto, onde a&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Esse volume vai aumentar j&amp;aacute; que o campo de Polvo, na bacia de Campos, est&amp;aacute; em fase de desenvolvimento da produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o e em fase de conex&amp;atilde;o de mais po&amp;ccedil;os na plataforma. Nesse campo, localizado a cerca de 100 km de Cabo Frio, est&amp;aacute; prevista uma produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 50 mil barris desde 2007, o que ainda n&amp;atilde;o aconteceu.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	A BP tamb&amp;eacute;m entrar&amp;aacute; no pr&amp;eacute;-sal passando a deter participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o acion&amp;aacute;ria no prospecto Wahoo (no bloco BM-C-30 operado pela Anadarko), que &amp;eacute; pr&amp;oacute;ximo do Parque das Baleias, onde a Petrobras j&amp;aacute; produz no pr&amp;eacute;-sal da bacia de Campos atrav&amp;eacute;s do campo de Jubarte.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Outro ativo em que a BP ser&amp;aacute; operadora &amp;eacute; Itaipu, nome de uma &amp;aacute;rea descoberta no bloco BM-C-32 em dezembro do ano passado na parte sul da bacia de Campos, tamb&amp;eacute;m no pr&amp;eacute;-sal. O portfolio da BP no Brasil passa a contar com participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o acion&amp;aacute;ria em oito blocos explorat&amp;oacute;rios nas bacias de Campos, Camamu Almada, Barreirinhas, que t&amp;ecirc;m profundidades variando de 100 a 2.780 metros, e ainda dois blocos em terra na bacia do Parna&amp;iacute;ba. Nesses dois &amp;uacute;ltimas ela se torna s&amp;oacute;cia da Vale e da Petrobras. A empresa tamb&amp;eacute;m se torna s&amp;oacute;cia da Petrobras no campo de Xerelete, na bacia de Campos, em fase de desenvolvimento da produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;quot;Para o pa&amp;iacute;s foi positivo. A BP certamente tem uma maior capacidade financeira para elevados investimentos do que a Devon, al&amp;eacute;m da sua comprovada experi&amp;ecirc;ncia em &amp;aacute;guas profundas&amp;quot;, avalia o analista Nelson Rodrigues Matos, do Banco do Brasil Investimentos. Ele observa ainda que o mapa brasileiro de explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o, h&amp;aacute; algumas empresas de pequeno porte ainda participando em investimentos em &amp;aacute;guas profundas, inclusive no pr&amp;eacute;-sal da Bacia de Santos.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Resta saber se os parceiros nos cons&amp;oacute;rcios, inclusive a Petrobras, n&amp;atilde;o exercer&amp;atilde;o o direito de prefer&amp;ecirc;ncia. N&amp;atilde;o sei tamb&amp;eacute;m se j&amp;aacute; houve algum tipo de negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre esse direito.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Presidida no Brasil por Shafe Alexander, a BP foi a primeira petroleira a negociar uma associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o na &amp;aacute;rea de biocombust&amp;iacute;veis no pa&amp;iacute;s. O plano &amp;eacute; investir aqui US$ 1 bilh&amp;atilde;o em usinas de a&amp;ccedil;&amp;uacute;car e &amp;aacute;lcool em Goi&amp;aacute;s. Para isso foi criada a Tropical Bioenergia, fruto de uma associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, em abril de 2008, com os grupos Maeda e a Santelisa Vale.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;quot;Faz todo sentido, a BP queria participar dessa festa do pr&amp;eacute;-sal, era a &amp;uacute;nica grande de fora e agora entrou. Comprou um ativo nada extraordin&amp;aacute;rio mas que d&amp;aacute; o tiquete para ela fazer parte do jogo. Mas a grande benefici&amp;aacute;ria &amp;eacute; a OGX, que sai valorizada porque essa opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o mostrou que a OGX &amp;eacute; uma empresa que vai valer muito dinheiro&amp;quot;, avalia o economista Adriano Pires, do Centro Brasileiro e Infra Estrutura.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Para Pires, a opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o j&amp;aacute; era quase esperada. &amp;quot;Faz todo sentido porque a BP queria participar dessa festa do pr&amp;eacute;-sal, era a &amp;uacute;nica grande de fora e agora entrou. Ela comprou um ativo nada extraordin&amp;aacute;rio, mas que d&amp;aacute; o tiquete para ela fazer parte do jogo. Mas a grande benefici&amp;aacute;ria &amp;eacute; a OGX, que sai valorizada porque essa opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o mostrou que a OGX &amp;eacute; uma empresa que vai valer muito dinheiro&amp;quot;, avalia o economista, fazendo refer&amp;ecirc;ncia &amp;agrave; empresa do bilion&amp;aacute;rio Eike Batista, uma novata no setor. (&lt;a href=&quot;http://www.valoronline.com.br/?impresso/empresas/95/6154264/negocio-poe-a-bp-no-presal-brasileiro&amp;amp;utm_source=newsletter&amp;amp;utm_medium=manha_12032010&amp;amp;utm_campaign=informativo&amp;amp;scrollX=0&amp;amp;scrollY=0&amp;amp;tamFonte=&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Fonte&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;
12/03/2010</description>
                <datePosted></datePosted> 
            </item>
                    <item>
                <title>Inflação sobe e pode acelerar ajuste cambial na China </title> 
                <link>http://www.newscomex.com/mostra_noticia.php?codigo=20842</link> 
                <description>&lt;p&gt;
	A infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o na China aumentou em fevereiro para seu maior patamar em 16 meses e a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o industrial apresentou forte expans&amp;atilde;o, o que aumenta a press&amp;atilde;o sobre o governo para considerar a eleva&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos juros e a valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do c&amp;acirc;mbio.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Os pre&amp;ccedil;os ao consumidor em fevereiro subiram 2,7% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao mesmo per&amp;iacute;odo de 2009, ap&amp;oacute;s a alta de 1,5% registrada em janeiro, e ficaram pr&amp;oacute;ximos da meta de 3% que o primeiro-ministro do pa&amp;iacute;s, Wen Jiabao, fixou na semana passada em discurso no Congresso Nacional do Povo.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	A produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o industrial tamb&amp;eacute;m se acelerou, expandindo-se 20,7% em janeiro e fevereiro, na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o mesmo per&amp;iacute;odo de 2009, acima das previs&amp;otilde;es dos analistas e dos 18,5% registrados em dezembro. Os pre&amp;ccedil;os de f&amp;aacute;brica aumentaram 5,4% em fevereiro, ap&amp;oacute;s a alta de 4,3% no m&amp;ecirc;s anterior.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	As acelera&amp;ccedil;&amp;otilde;es da infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o e da produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o industrial chegam na esteira de aumentos acima das previs&amp;otilde;es nas exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es em fevereiro e dever&amp;atilde;o agravar os receios de que a economia chinesa corre o risco de sobreaquecimento, como resultado das medidas de est&amp;iacute;mulo econ&amp;ocirc;mico introduzidas em 2009.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Os n&amp;uacute;meros mais recentes fortalecem os argumentos das autoridades que defendem medidas mais duras do governo para esfriar a economia. Ontem, no entanto, muitos representantes governamentais minimizaram o problema com a infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o, dizendo que fatores sazonais relacionados ao feriado do Ano Novo Lunar, em fevereiro, contribu&amp;iacute;ram para o aumento.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Zhou Xiaochuan, chefe do banco central chin&amp;ecirc;s, afirmou que a eleva&amp;ccedil;&amp;atilde;o ficou dentro das expectativas. Sheng Laiyun, porta-voz da Ag&amp;ecirc;ncia Nacional de Estat&amp;iacute;sticas, disse que, at&amp;eacute; agora, a infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos pre&amp;ccedil;os ao consumidor ficou apenas entre &amp;quot;suave e moderada&amp;quot;. &amp;quot;At&amp;eacute; agora, n&amp;atilde;o h&amp;aacute; sobreaquecimento na economia&amp;quot;, acrescentou.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	O governo adotou algumas medidas modestas para conter a economia, como os dois aumentos das exig&amp;ecirc;ncias de reservas banc&amp;aacute;rias. O Minist&amp;eacute;rio do Solo e Recursos elevou a entrada exigida nas compras de terras, de 30% a 50%.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	As autoridades, contudo, mostram-se relutantes em elevar as taxas de juros, em parte, porque algumas acreditam que a recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o real ainda poderia ser fr&amp;aacute;gil. Tamb&amp;eacute;m temem que, se a China elevar juros antes de outras grandes economias, poderia atrair uma onda de capitais especulativos.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	No fim de semana, Zhou indicou mais perspectivas de um abandono, pela China, da pol&amp;iacute;tica que na pr&amp;aacute;tica atrela o iuan ao d&amp;oacute;lar. Mas n&amp;atilde;o deu sinais sobre quando isso seria feito.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Economistas independentes est&amp;atilde;o divididos sobre os riscos &amp;agrave; economia. Dados recentes da infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o, exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es e pre&amp;ccedil;os residenciais &amp;quot;sugerem que a economia j&amp;aacute; est&amp;aacute; &amp;agrave; beira do sobreaquecimento&amp;quot;, disse o economista Liu Ligang, do ANZ.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Andy Rothman, da CLSA, em Xangai, contudo, afirmou que os dados sugeriram que as medidas de aperto progressivo do governo j&amp;aacute; est&amp;atilde;o funcionando. O investimento em ativos fixos, principal ve&amp;iacute;culo de gastos do governo com os est&amp;iacute;mulos em 2009, agora est&amp;atilde;o retornando a n&amp;iacute;veis considerados &amp;quot;normais&amp;quot; para a economia chinesa, assim como os cr&amp;eacute;ditos banc&amp;aacute;rios. (&lt;a href=&quot;http://www.valoronline.com.br/?impresso/internacional/97/6154391/inflacao-sobe-e-pode-acelerar-ajuste-cambial-na-china&amp;amp;utm_source=newsletter&amp;amp;utm_medium=manha_12032010&amp;amp;utm_campaign=informativo&amp;amp;scrollX=0&amp;amp;scrollY=0&amp;amp;tamFonte=&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Fonte&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;
12/03/2010</description>
                <datePosted></datePosted> 
            </item>
                    <item>
                <title>Lula faz visita política ao Oriente Médio</title> 
                <link>http://www.newscomex.com/mostra_noticia.php?codigo=20843</link> 
                <description>&lt;p&gt;
	Pol&amp;iacute;tica, muita pol&amp;iacute;tica, investimentos bilion&amp;aacute;rios, seguran&amp;ccedil;a e constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o civil orientar&amp;atilde;o a visita, com comitiva de ministros e empres&amp;aacute;rios, do presidente Luiz In&amp;aacute;cio Lula da Silva, a Israel, territ&amp;oacute;rios palestinos e Jord&amp;acirc;nia, na semana que vem. Israel comunicou ao governo brasileiro a inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de destinar US$ 1 bilh&amp;atilde;o para apoiar exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es e investimentos israelenses dirigidos ao Brasil. Grandes construtoras brasileiras seguem com Lula, interessadas em projetos bilion&amp;aacute;rios de infraestrutura na Jord&amp;acirc;nia e Palestina.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Embora acompanhada de semin&amp;aacute;rios empresariais em todas as etapas, a visita de Lula tem car&amp;aacute;ter eminentemente pol&amp;iacute;tico. Como parte do esfor&amp;ccedil;o de amplia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do alcance da pol&amp;iacute;tica externa, Lula quer &amp;quot; sinalizar o interesse brasileiro &amp;quot; em participar no processo de paz no Oriente M&amp;eacute;dio, segundo o porta-voz Marcelo Baumbach. &amp;quot; &amp;Eacute; a primeira visita oficial de um chefe de Estado a Israel &amp;quot; , ressaltou o porta-voz , &amp;quot; e ocorre em um momento em que o Brasil se aproxima dos pa&amp;iacute;ses do Oriente M&amp;eacute;dio e atua na busca de uma solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o conflito palestino &amp;quot; .&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Em Israel, Lula far&amp;aacute; um programa sugerido pelas autoridades locais, incluindo encontros com o presidente do pa&amp;iacute;s, Shimon Peres, o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, o presidente do Congresso, Reuven Rivlin e a l&amp;iacute;der da oposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Tzipi Livni. Participar&amp;aacute; de cerim&amp;ocirc;nias simb&amp;oacute;licas, como uma visita ao Museu do Holocausto, receber&amp;aacute; uma delega&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Universidade Hebraica e ter&amp;aacute; encontro com o escritor Amos Oz. Enquanto isso, a comitiva de cerca de 70 executivos busca neg&amp;oacute;cios.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Israel lan&amp;ccedil;ou um plano, o Shavit, de investimentos nos mercados promissores dos chamados Bric (Brasil, R&amp;uacute;ssia, &amp;Iacute;ndia e China), e disp&amp;otilde;e de US$ 1 bilh&amp;atilde;o para investimentos no Brasil. Quase 180 empresas israelenses t&amp;ecirc;m filiais no Brasil, grande parte ligada a servi&amp;ccedil;os de seguran&amp;ccedil;a e vigil&amp;acirc;ncia. Firmas brasileiras do setor participam da comitiva, e os brasileiros veem perspectivas de associa&amp;ccedil;&amp;otilde;es e de vendas para os setores militares em Israel e na Jord&amp;acirc;nia.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	O governo jordaniano comandou uma cole&amp;ccedil;&amp;atilde;o de grandes projetos de infraestrutura vistos pelas empresas do Brasil como potenciais fontes de contratos. O maior deles, o Marsa Zayed Aqaba, com torres residenciais e comerciais e &amp;aacute;reas de lazer e turismo, pode chegar a US$ 10 bilh&amp;otilde;es. Todas as grandes construtoras brasileiras est&amp;atilde;o na comitiva de Lula. Um tema poss&amp;iacute;vel de conversa entre os dois pa&amp;iacute;ses &amp;eacute; energia nuclear - a Jord&amp;acirc;nia iniciou em 2007 seu programa pac&amp;iacute;fico, que inclui o enriquecimento do ur&amp;acirc;nio de suas jazidas.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	O com&amp;eacute;rcio com a Jord&amp;acirc;nia &amp;eacute; min&amp;uacute;sculo, inferior &amp;agrave; metade de um dia de exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es brasileiras, mas h&amp;aacute; fortes chances de neg&amp;oacute;cio, especialmente para a Embraer, alvo de ass&amp;eacute;dio jordaniano para que instale no pa&amp;iacute;s um entreposto de pe&amp;ccedil;as de reposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o. O rei Abdullah II, que tem encontro marcado com Lula, disse ao presidente, quando veio ao Brasil, em 2008, que v&amp;ecirc; fortes possibilidade de coopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre os dois pa&amp;iacute;ses - al&amp;eacute;m de avia&amp;ccedil;&amp;atilde;o, em agricultura, minera&amp;ccedil;&amp;atilde;o e energia.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Lula chega a Israel e Palestina em um momento de forte tens&amp;atilde;o pol&amp;iacute;tica, com a decis&amp;atilde;o israelense de construir 1,6 mil casas para cidad&amp;atilde;os judeus nos territ&amp;oacute;rios ocupados em Jerusal&amp;eacute;m Oriental, &amp;aacute;rea originalmente palestina e destinada a uma futura capital do Estado palestino. O an&amp;uacute;ncio da expans&amp;atilde;o imobili&amp;aacute;ria israelense provocou atrito entre Israel e Estados Unidos, por coincidir com a visita, a Jerusal&amp;eacute;m, do vice-presidente Joe Biden, que participava do esfor&amp;ccedil;o de intermedia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do conflito e recebeu, l&amp;aacute;, o an&amp;uacute;ncio de que os palestinos se retiravam das negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es devido &amp;agrave; a&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos israelenses.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;quot; A posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Brasil &amp;eacute; contra a expans&amp;atilde;o dos assentamentos e o presidente dialogar&amp;aacute; de maneira franca com seus interlocutores &amp;quot; , disse Baumbach. Lula defender&amp;aacute; o direito de Israel &amp;agrave; paz e seguran&amp;ccedil;a, mas condenar&amp;aacute; a expans&amp;atilde;o dos assentamentos e cobrar&amp;aacute; o &amp;quot; al&amp;iacute;vio da situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o humanit&amp;aacute;ria &amp;quot; dos palestinos na faixa de Gaza. (&lt;a href=&quot;http://www.valoronline.com.br/?online/brasil/5/6154431/lula-faz-visita-politica-ao-oriente-medio&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Fonte&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;
12/03/2010</description>
                <datePosted></datePosted> 
            </item>
                    <item>
                <title>Produção industrial do Japão sobe mais do que o previsto em janeiro</title> 
                <link>http://www.newscomex.com/mostra_noticia.php?codigo=20844</link> 
                <description>&lt;p&gt;
	A produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o industrial do Jap&amp;atilde;o aumentou 2,7% em janeiro, no confronto com um m&amp;ecirc;s antes. O resultado foi melhor do que o previsto inicialmente, de alta de 2,5%.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Ainda em janeiro, os estoques subiram 1,1%, em vez de 1%, e os embarques avan&amp;ccedil;aram 2,7% e n&amp;atilde;o 2,4% como o estimado originalmente.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Os dados foram divulgados nesta sexta-feira pelo minist&amp;eacute;rio da Economia, Com&amp;eacute;rcio e Ind&amp;uacute;stria do Jap&amp;atilde;o, em sua p&amp;aacute;gina eletr&amp;ocirc;nica. (&lt;a href=&quot;http://www.valoronline.com.br/?online/economia/66/6154432/producao-industrial-do-japao-sobe-mais-do-que-o-previsto-em-janeiro&amp;amp;scrollX=0&amp;amp;scrollY=0&amp;amp;tamFonte=&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Fonte&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;
12/03/2010</description>
                <datePosted></datePosted> 
            </item>
                    <item>
                <title>Dólar opera em queda de 0,62% a R$ 1,759 na venda</title> 
                <link>http://www.newscomex.com/mostra_noticia.php?codigo=20845</link> 
                <description>&lt;p&gt;
	O d&amp;oacute;lar comercial opera em baixa na abertura dos neg&amp;oacute;cios desta sexta-feira. H&amp;aacute; pouco, a moeda era cotada a R$ 1,757 na compra e a R$ 1,759 na venda, desvaloriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 0,62%.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	No mercado futuro, o contrato de abril negociado na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM &amp;amp; F) registrava decr&amp;eacute;scimo de 0,36%, a R$ 1,764.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Ontem, a divisa americana recuou 0,16%, pelo terceiro dia, transacionada a R$ 1,768 na compra e R$ 1,770 na venda. (&lt;a href=&quot;http://www.valoronline.com.br/?online/mercado/212/6154445/dolar-opera-em-queda-de-0,62%,-a-r-1,759-na-venda&amp;amp;scrollX=0&amp;amp;scrollY=0&amp;amp;tamFonte=&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Fonte&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;
12/03/2010</description>
                <datePosted></datePosted> 
            </item>
                    <item>
                <title>Lula e cúpula do PMDB terão reuniões semanais para discutir a aliança em torno de Dilma</title> 
                <link>http://www.newscomex.com/mostra_noticia.php?codigo=20846</link> 
                <description>&lt;p&gt;
	O presidente Luiz In&amp;aacute;cio Lula da Silva e a c&amp;uacute;pula do PMDB acertaram reuni&amp;otilde;es semanais para negociar a alian&amp;ccedil;a eleitoral em torno da pr&amp;eacute;-candidata do PT, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff. Elaborada sob pretexto de resolver impasses regionais entre as duas legendas, a ideia &amp;eacute; Lula usar esses encontros para, pouco a pouco, minar a resist&amp;ecirc;ncia dos peemedebistas ao presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, como vice na chapa presidencial.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Lula gostaria de ter Meirelles, rec&amp;eacute;m-filiado ao PMDB, na chapa para refor&amp;ccedil;ar a imagem de que n&amp;atilde;o haver&amp;aacute; mudan&amp;ccedil;as na pol&amp;iacute;tica econ&amp;ocirc;mica. Mais do que isso, o presidente do Banco Central &amp;mdash; fiador do atual trip&amp;eacute; meta de infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o, c&amp;acirc;mbio flutuante e superavit fiscal &amp;mdash; seria a ponte da campanha com os investidores e daria o recado de que propostas heterodoxas n&amp;atilde;o teriam f&amp;ocirc;lego caso Dilma fosse vitoriosa.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Aliado ao movimento pr&amp;oacute;-Meirelles h&amp;aacute; uma desconfian&amp;ccedil;a de Lula com o presidente da C&amp;acirc;mara, Michel Temer (PMDB-SP), hoje apontado como unanimidade entre os peemedebistas para ser vice da pr&amp;eacute;-candidata petista (veja ao lado). Oposicionista durante todo o primeiro mandato do petista, Temer &amp;eacute; visto como um pol&amp;iacute;tico pr&amp;oacute;ximo ao PSDB &amp;mdash; leia-se: do governador de S&amp;atilde;o Paulo, Jos&amp;eacute; Serra, virtual candidato dos tucanos &amp;agrave; Presid&amp;ecirc;ncia da Rep&amp;uacute;blica&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	O movimento ser&amp;aacute; feito com cautela. Os peemedebistas amea&amp;ccedil;am dizendo que, se Lula tentar impor um vice, o acordo ser&amp;aacute; desfeito. Por isso, a estrat&amp;eacute;gia &amp;eacute; tentar convenc&amp;ecirc;-los aos poucos de que o perfil do banqueiro Meirelles &amp;eacute; melhor do que o do promotor Temer, uma alus&amp;atilde;o &amp;agrave;s suas carreiras de origem. Significa que Lula e Dilma n&amp;atilde;o ter&amp;atilde;o pressa para resolver quem ser&amp;aacute; o vice. Ambos trabalhar&amp;atilde;o com o prazo para encontrar a &amp;ldquo;solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;rdquo; em junho. &amp;ldquo;Se a Dilma continuar crescendo, o PMDB perde a capacidade de negociar e eles v&amp;atilde;o ver que n&amp;atilde;o valem o tanto que imaginam&amp;rdquo;, disse um petista. &amp;ldquo;E o Lula tem a habilidade de negociar e acabar, no fim, impondo o que ele quer&amp;rdquo;, acrescentou.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Blefe&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, elogiou Meirelles como vice, mas ressaltou que a decis&amp;atilde;o &amp;eacute; do PMDB. &amp;ldquo;Com certeza &amp;eacute; um bom nome, mas n&amp;atilde;o sei se agregaria mais ou n&amp;atilde;o. &amp;Eacute; dif&amp;iacute;cil dar um palpite. Quem decide &amp;eacute; o PMDB&amp;rdquo;, afirmou o ministro, no Rio de Janeiro. O presidente do Banco Central decidiu deixar o cargo na autoridade monet&amp;aacute;ria para buscar seu lugar na elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Ele anunciar&amp;aacute; a sa&amp;iacute;da dois dias antes do prazo final da desincompatibiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o (2 de abril). Na pr&amp;aacute;tica, seu &amp;uacute;ltimo dia &amp;agrave; frente da institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o ser&amp;aacute; no pr&amp;oacute;ximo dia 22, quando entrar&amp;aacute; de licen&amp;ccedil;a.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Bernardo disse que Meirelles (1) descartou disputar o governo ou o Senado por Goi&amp;aacute;s. &amp;ldquo;Ele n&amp;atilde;o vai concorrer ao governo de Goi&amp;aacute;s e j&amp;aacute; me disse que n&amp;atilde;o vai ser candidato ao Senado. Mas pode ser que, eventualmente, saia candidato a alguma coisa&amp;rdquo;, afirmou o ministro do Planejamento, acrescentando que, pelo menos oficialmente, a inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Lula &amp;eacute; mant&amp;ecirc;-lo no Banco Central at&amp;eacute; 31 de dezembro. O ministro de Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es Institucionais, Alexandre Padilha, tamb&amp;eacute;m enfatizou que a inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o do presidente &amp;eacute; que Meirelles n&amp;atilde;o saia do governo. Uma reuni&amp;atilde;o para decidir o futuro pol&amp;iacute;tico do neo-peemedebista ainda ser&amp;aacute; marcada, segundo Padilha. Ao que tudo indica, n&amp;atilde;o passa do roteiro formal para negar o acerto entre Lula e Meirelles e n&amp;atilde;o azedar as conversas com os peemedebistas.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	A reuni&amp;atilde;o de ontem teve a presen&amp;ccedil;a de Temer, do presidente do Senado, Jos&amp;eacute; Sarney (PMDB-AP), e de Romero Juc&amp;aacute; (PMDB-RR), l&amp;iacute;der do governo no Senado. Os peemedebistas aproveitaram para apresentar demandas. O partido cobrou do presidente Lula que n&amp;atilde;o substitua por t&amp;eacute;cnicos os peemedebistas que ocupam minist&amp;eacute;rios e sair&amp;atilde;o do governo em abril para se dedicar &amp;agrave;s elei&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Segundo Juc&amp;aacute;, Lula teria assegurado que o partido continuar&amp;aacute; comandando Agricultura, Defesa, Comunica&amp;ccedil;&amp;otilde;es, Minas e Energia, Integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional e Sa&amp;uacute;de. (&lt;a href=&quot;http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2010/03/12/politica,i=179183/LULA+E+CUPULA+DO+PMDB+TERAO+REUNIOES+SEMANAIS+PARA+DISCUTIR+A+ALIANCA+EM+TORNO+DE+DILMA.shtml&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Fonte&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;
12/03/2010</description>
                <datePosted></datePosted> 
            </item>
                    <item>
                <title>PIB é o pior desde o governo Collor</title> 
                <link>http://www.newscomex.com/mostra_noticia.php?codigo=20847</link> 
                <description>&lt;p&gt;
	O estrago da crise mundial na economia brasileira foi gritante. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&amp;iacute;stica (IBGE), o Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todas as riquezas produzidas pelo pa&amp;iacute;s, registrou queda de 0,2% em 2009, o primeiro recuo em 17 anos &amp;mdash; em 1992, quando Fernando Collor de Mello perdeu o mandato de presidente da Rep&amp;uacute;blica, a retra&amp;ccedil;&amp;atilde;o chegou a 0,5%. Com esse resultado, o IBGE enterrou de vez o discurso do presidente Luiz In&amp;aacute;cio Lula da Silva de que o impacto do estouro da bolha imobili&amp;aacute;ria americana no Brasil havia sido apenas uma &amp;ldquo;marolinha&amp;rdquo;. Na m&amp;eacute;dia, o crescimento anual do pa&amp;iacute;s no governo Lula caiu de 4,20%, at&amp;eacute; 2008, para 3,57%, ainda superior &amp;agrave; expans&amp;atilde;o de 2,30% registrada nos oito anos de Fernando Henrique Cardoso.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Os n&amp;uacute;meros do IBGE trouxeram, por&amp;eacute;m, boas not&amp;iacute;cias. No quatro trimestre de 2009, o PIB apontou aumento de 2% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos tr&amp;ecirc;s meses imediatamente anteriores e de 4,3% ante o mesmo per&amp;iacute;odo de 2008, indicando que a economia entrou este ano com o p&amp;eacute; no acelerador. Nas contas do economista-chefe da Prosper Corretora, Eduardo Velho, o Brasil j&amp;aacute; est&amp;aacute; com crescimento m&amp;iacute;nimo garantido de 2,7%. &amp;Eacute; o que os analistas classificam de carry-over, ou carregamento estat&amp;iacute;stico. &amp;ldquo;Temos, portanto, um crescimento contratado neste ano, que deve variar entre 5% e 6%&amp;rdquo;, ressaltou o economista-chefe da Confedera&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional do Com&amp;eacute;rcio (CNC), Carlos Thadeu de Freitas Gomes. &amp;ldquo;2010 ser&amp;aacute; um ano excelente para o pa&amp;iacute;s&amp;rdquo;, emendou.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Na avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Rebeca Palis, gerente de contas trimestrais do IBGE, o que se viu em 2009 foi o &amp;ldquo;PIB da crise&amp;rdquo;. &amp;ldquo;Foi um ano at&amp;iacute;pico&amp;rdquo;, disse. Ao detalhar os n&amp;uacute;meros, ela assinalou que a queda de 0,2% poderia ter sido pior, n&amp;atilde;o fosse a disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o das fam&amp;iacute;lias em consumir. Esse indicador, que fechou o ano com expans&amp;atilde;o de 4,1%, contribuiu com 2,4 pontos percentuais a favor do PIB. Juntos, os lares do pa&amp;iacute;s desembolsaram R$ 1,972 trilh&amp;atilde;o. O problema, acrescentou Rebeca, foi que os investimentos (forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o bruta de capital fixo), com um tombo de 9,9%, tiraram 1,9 ponto do Produto. &amp;ldquo;Esses foram os dois pontos extremos do lado da demanda&amp;rdquo;, destacou. No meio desses extremos, houve a ajuda do governo, cujo consumo deu um salto de 3,7% no ano, sobretudo por causa da contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o de servidores e dos elevados reajustes de sal&amp;aacute;rios do funcionalismo. A contribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o PIB foi de 0,7 ponto percentual.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;strong&gt;Encolhimento&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
	Do lado da oferta, a grande decep&amp;ccedil;&amp;atilde;o veio da ind&amp;uacute;stria, que encolheu 5,5%, o pior resultado desde 1996, in&amp;iacute;cio da s&amp;eacute;rie hist&amp;oacute;rica revisada pelo IBGE. &amp;ldquo;Felizmente, os dois primeiros meses de 2010 mostram um cen&amp;aacute;rio totalmente diferente. Tudo indica que teremos um avan&amp;ccedil;o consider&amp;aacute;vel da produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o industrial&amp;rdquo;, afirmou o economista-chefe da Gap Asset Management, Alexandre Maia. &amp;ldquo;Nem mesmo o aumento dos juros e o fim dos est&amp;iacute;mulos fiscais dados pelo governo v&amp;atilde;o inibir o crescimento do PIB&amp;rdquo;, sentenciou. Nos c&amp;aacute;lculos do economista-chefe do Banco Schahin, S&amp;iacute;lvio Campos Neto, a ind&amp;uacute;stria dever&amp;aacute; encerrar 2010 com um salto entre 5% e 7%.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	No ano passado, a ind&amp;uacute;stria sofreu golpes de todos os lados. Foi pega com estoques elevad&amp;iacute;ssimos porque acreditava na continuidade do aumento do consumo. As f&amp;aacute;bricas viram as exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es recuarem drasticamente, porque as economias mais ricas do planeta entraram em recess&amp;atilde;o. &amp;ldquo;Mas isso &amp;eacute; passado. A confian&amp;ccedil;a voltou&amp;rdquo;, ressaltou Ingo Pl&amp;ouml;ger, presidente da IP Desenvolvimento.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Para o presidente da C&amp;acirc;mara Brasileira da Ind&amp;uacute;stria da Constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o (CBIC), Paulo Safady Sim&amp;atilde;o, muito do bom desempenho esperado pela ind&amp;uacute;stria vir&amp;aacute; da constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que, em 2009, tombou 6,3%. Mas ele questionou esse dado. &amp;ldquo;A metodologia do IBGE n&amp;atilde;o reflete a realidade do setor, pois leva em considera&amp;ccedil;&amp;atilde;o apenas a varia&amp;ccedil;&amp;atilde;o de estoques. N&amp;atilde;o contabiliza a agrega&amp;ccedil;&amp;atilde;o de valor&amp;rdquo;, assinalou. A agricultura tamb&amp;eacute;m empurrou o PIB para baixo, com retra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 5,2%. &amp;ldquo;Do lado da oferta, vimos um bom desempenho apenas do setor de servi&amp;ccedil;os, que cresceu 2,6% e est&amp;aacute; ganhando cada vez mais peso no c&amp;aacute;lculo do PIB&amp;rdquo;, disse Rebeca Palis, do IBGE.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;strong&gt;Entre os melhores&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
	Apesar da queda do PIB em 2009, a economia brasileira ainda conseguiu se destacar. Levantamento do Bradesco mostra que, entre 31 pa&amp;iacute;ses que j&amp;aacute; divulgaram resultados, o Brasil ficou na 10&amp;ordf; posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &amp;Eacute; superado, de longe, pela China, com avan&amp;ccedil;o de 8,7%, e pela &amp;Iacute;ndia, com 6,5%. Tamb&amp;eacute;m ficou distante de tr&amp;ecirc;s pa&amp;iacute;ses da Am&amp;eacute;rica do Sul: Peru ( 1,3%), Argentina ( 1,2%) e Col&amp;ocirc;mbia ( 0,2%). Nos c&amp;aacute;lculos da Economista Intelligence Unit (EIU), ligada &amp;agrave; revista The Economist, o Brasil continuou sendo a 9&amp;ordf; maior economia do mundo quando se considera a Paridade do Poder de Compra (PPP). O PIB passou de US$ 1,9 trilh&amp;atilde;o para US$ 2 trilh&amp;otilde;es. Se o indicador considerado for o PIB nominal (sem descontar a infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o), que caiu de US$ 1,6 trilh&amp;atilde;o para US$ 1,5 trilh&amp;atilde;o, o Brasil firmou-se como a 8&amp;ordf; economia.&lt;br /&gt;
	(&lt;a href=&quot;http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2010/03/12/economia,i=179191/PIB+E+O+PIOR+DESDE+O+GOVERNO+COLLOR.shtml&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Fonte&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;
12/03/2010</description>
                <datePosted></datePosted> 
            </item>
                    <item>
                <title>Importações gaúchas sobem 81%</title> 
                <link>http://www.newscomex.com/mostra_noticia.php?codigo=20848</link> 
                <description>&lt;p&gt;
	A retomada da economia ga&amp;uacute;cha fez com que as importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es aumentassem 81% em fevereiro em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a igual per&amp;iacute;odo do ano passado.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Segundo o presidente da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o das Ind&amp;uacute;strias do Estado (Fiergs), Paulo Tigre, a expans&amp;atilde;o da produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o e do consumo est&amp;aacute; impulsionando as compras externas, principalmente de mat&amp;eacute;rias-primas e bens intermedi&amp;aacute;rios.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Conforme dados divulgados pela entidade, as importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es somaram US$ 1,1 bilh&amp;atilde;o, enquanto as exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es atingiram US$ 875 milh&amp;otilde;es &amp;ndash; retra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 0,1% na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com fevereiro de 2009. Itens importantes como a soja, que em fase de colheita no Estado, dever&amp;atilde;o repercutir na economia em mar&amp;ccedil;o a partir da acelera&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos embarques. (&lt;a href=&quot;http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&amp;amp;local=1&amp;amp;source=a2835753.xml&amp;amp;template=3898.dwt&amp;amp;edition=14276&amp;amp;section=1008&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Fonte&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;
12/03/2010</description>
                <datePosted></datePosted> 
            </item>
                    <item>
                <title>Petróleo mais caro com recuperação do optimismo</title> 
                <link>http://www.newscomex.com/mostra_noticia.php?codigo=20849</link> 
                <description>&lt;p&gt;
	O pre&amp;ccedil;o do petr&amp;oacute;leo est&amp;aacute; a subir pela segunda sess&amp;atilde;o consecutiva, com o optimismo acerca da procura a recuperar, &amp;agrave; medida que a expans&amp;atilde;o econ&amp;oacute;mica da China acelera.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	No entanto, a subida &amp;eacute; ligeira apesar das expectativas que a Organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos Pa&amp;iacute;ses Exportadores de Petr&amp;oacute;leo (OPEP) v&amp;atilde;o aumentar as entregas este m&amp;ecirc;s face &amp;agrave; forte procura da China, o segundo maior consumidor de energia do mundo, destaca a Bloomberg.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Em Nova Iorque, o petr&amp;oacute;leo de entrega em Abril est&amp;aacute; a aumentar 10 c&amp;ecirc;ntimos para os 82,21 d&amp;oacute;lares por barril. Os futuros devem acumular ganhos de 0,8% esta semana, depois de subir 2,3% na semana passada.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Em Londres, o IPE Brent, crude de refer&amp;ecirc;ncia para a Europa, vale mais 4 c&amp;ecirc;ntimos para os 80,32 d&amp;oacute;lares por barril. (&lt;a href=&quot;http://www.agenciafinanceira.iol.pt/mercados/petroleo-brent-bolsa-agencia-financeira-stocks/1146567-1727.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Fonte&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;
12/03/2010</description>
                <datePosted></datePosted> 
            </item>
                    <item>
                <title>Senado tenta evitar guerra por recursos de petróleo</title> 
                <link>http://www.newscomex.com/mostra_noticia.php?codigo=20850</link> 
                <description>&lt;p&gt;
	Ser&amp;aacute; travada no Senado a nova batalha para tentar evitar uma guerra judicial em torno dos royalties do petr&amp;oacute;leo.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	A aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o, na C&amp;acirc;mara dos Deputados, da emenda que redistribui os recursos p&amp;uacute;blicos arrecadados na explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o de &amp;oacute;leo e g&amp;aacute;s entre Estados e munic&amp;iacute;pios n&amp;atilde;o produtores embute o risco de um enfrentamento federativo que pode chegar ao Supremo Tribunal Federal (STF). At&amp;eacute; um dos autores da proposta, Ibsen Pinheiro (PMDB-RS), admite:&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;ndash; Um substitutivo pode ser negociado com os l&amp;iacute;deres do Senado, dos autores da emenda e dos l&amp;iacute;deres da C&amp;acirc;mara. E n&amp;atilde;o pode ser feito acordo antes de consultar os prefeitos.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	O deputado ga&amp;uacute;cho sustenta a constitucionalidade da proposta 387, chamada de Emenda Ibsen. No entanto, para Caroline Floriani Bruhn, do escrit&amp;oacute;rio Bastos-Tigre, Coelho da Rocha e Lopes Advogados, especializada em direito do petr&amp;oacute;leo, ser&amp;aacute; provavelmente objeto de uma a&amp;ccedil;&amp;atilde;o direta de inconstitucionalidade (Adin).&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;ndash; A emenda &amp;eacute; inconstitucional, porque o par&amp;aacute;grafo primeiro do artigo 20 da Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o assegura participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o no resultado da explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o de petr&amp;oacute;leo aos Estados e munic&amp;iacute;pios com atividade no respectivo territ&amp;oacute;rio &amp;ndash; argumenta a advogada, curiosamente filha de pais ga&amp;uacute;chos.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Caroline admite que pode haver discuss&amp;atilde;o sobre o alcance do territ&amp;oacute;rio, j&amp;aacute; que a emenda s&amp;oacute; redistribui os resultados do petr&amp;oacute;leo e g&amp;aacute;s extra&amp;iacute;dos na costa, mas prev&amp;ecirc; uma longa batalha jur&amp;iacute;dica para definir a quest&amp;atilde;o.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;ndash; Por tudo isso, o mais prov&amp;aacute;vel &amp;eacute; de que haja uma Adin &amp;ndash; avalia.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	L&amp;iacute;der do governo no Senado, Romero Juc&amp;aacute; (PMDB-RR) confirmou que vai buscar acordo. A proposta prejudica mais Rio de Janeiro e Esp&amp;iacute;rito Santo, porque S&amp;atilde;o Paulo, outro grande produtor, &amp;eacute; beneficiado com fatia maior pelos crit&amp;eacute;rios dos fundos de participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, como popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Com o pr&amp;oacute;prio Ibsen lembra, Lula teria de se explicar em 25 Estados, em ano eleitoral, caso vete a proposta. Juc&amp;aacute; afirmou n&amp;atilde;o haver decis&amp;atilde;o tomada sobre um eventual veto. (&lt;a href=&quot;http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&amp;amp;local=1&amp;amp;source=a2835750.xml&amp;amp;template=3898.dwt&amp;amp;edition=14276&amp;amp;section=1008&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Fonte&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;
12/03/2010</description>
                <datePosted></datePosted> 
            </item>
                    <item>
                <title>Tráfego aéreo tem expansão recorde</title> 
                <link>http://www.newscomex.com/mostra_noticia.php?codigo=20851</link> 
                <description>&lt;p&gt;
	O tr&amp;aacute;fego a&amp;eacute;reo dom&amp;eacute;stico de passageiros teve crescimento de 42,9% em fevereiro na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com igual per&amp;iacute;odo do ano passado, segundo dados da Ag&amp;ecirc;ncia Nacional de Avia&amp;ccedil;&amp;atilde;o Civil divulgados ontem.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	A expans&amp;atilde;o &amp;eacute; a maior j&amp;aacute; registrada desde o in&amp;iacute;cio da pesquisa, em setembro de 2003. (&lt;a href=&quot;http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&amp;amp;local=1&amp;amp;source=a2835755.xml&amp;amp;template=3898.dwt&amp;amp;edition=14276&amp;amp;section=1008&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Fonte&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;
	&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
12/03/2010</description>
                <datePosted></datePosted> 
            </item>
                    <item>
                <title>Lula inaugura ampliação da Refinaria Getúlio Vargas no PR</title> 
                <link>http://www.newscomex.com/mostra_noticia.php?codigo=20852</link> 
                <description>&lt;p&gt;
	O presidente Luiz In&amp;aacute;cio Lula da Silva desembarca nesta sexta-feira (12), &amp;agrave;s 9h40, no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em Curitiba.&amp;nbsp; A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, e os ministros Reinhold Stephanes, da Agricultura, Miguel Jorge, do Desenvolvimento, Ind&amp;uacute;stria e Com&amp;eacute;rcio Exterior, e Paulo Bernardo, do Planejamento, acompanham o presidente em sua visita ao Paran&amp;aacute;. &lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Do aeroporto, o&amp;nbsp; presidente segue de helic&amp;oacute;ptero at&amp;eacute; a Refinaria Get&amp;uacute;lio Vargas (Repar), localizada na regi&amp;atilde;o metropolitana da capital, onde participa da cerim&amp;ocirc;nia de conclus&amp;atilde;o da primeira etapa das obras de&amp;nbsp; amplia&amp;ccedil;&amp;atilde;o e moderniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da empresa.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;Agrave;s 13h, Lula visita a f&amp;aacute;brica de placa-m&amp;atilde;e e a linha de montagem de computadores da Positivo Inform&amp;aacute;tica, na Cidade Industrial de Curitiba. A empresa foi fundada em 1989 e emprega 5,8 mil funcion&amp;aacute;rios em tr&amp;ecirc;s f&amp;aacute;bricas, localizadas na capital paranaense, em Manaus (AM) e Ilh&amp;eacute;us (BA).&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Em seguida, o presidente viaja para Londrina, no norte do Paran&amp;aacute;, para participar&amp;nbsp; da cerim&amp;ocirc;nia de assinatura de contratos do programa Minha Casa, Minha Vida que, segundo o Minist&amp;eacute;rio das Cidades, tem&amp;nbsp; investimentos previstos de R$ 29,5 milh&amp;otilde;es para a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 656 unidades habitacionais dos Residenciais Vista Bela 8, 9 e 10. &lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Os contratos do programa Minha Casa, Minha Vida ser&amp;atilde;o assinados ap&amp;oacute;s a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do presidente na inaugura&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Complexo da Central de Atendimento da empresa Dedic/Grupo Portugal Telecom, marcada para as 18h. O complexo tem mais de mil posi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de atendimento instaladas e contou com investimento de mais de R$ 25 milh&amp;otilde;es. A nova unidade amplia, segundo o minist&amp;eacute;rio,&amp;nbsp; de 1,3 mil para 3 mil os empregos gerados pela Dedic em Londrina. A Dedic pertence ao Grupo Portugal Telecom. (&lt;a href=&quot;http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria=5&amp;amp;id_noticia=320546&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Fonte&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;
12/03/2010</description>
                <datePosted></datePosted> 
            </item>
                    <item>
                <title>Metrô leve ligará a região do ABC a São Paulo</title> 
                <link>http://www.newscomex.com/mostra_noticia.php?codigo=20853</link> 
                <description>&lt;p&gt;
	A prefeitura de S&amp;atilde;o Bernardo do Campo apresentou o projeto para a implanta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do metr&amp;ocirc; leve, tamb&amp;eacute;m conhecido como monotrilho, para ligar a cidade da regi&amp;atilde;o metropolitana de S&amp;atilde;o Paulo &amp;agrave; capital. O trajeto de 23 km dever&amp;aacute; ser percorrido em 28 minutos e passar&amp;aacute; tamb&amp;eacute;m pela cidade de S&amp;atilde;o Caetano do Sul antes de chegar em S&amp;atilde;o Paulo.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	O tra&amp;ccedil;ado inicial prev&amp;ecirc; a implanta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 18 esta&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Al&amp;eacute;m do monotrilho, o projeto tamb&amp;eacute;m engloba um conjunto de melhorias nas &amp;aacute;reas do entorno, com amplia&amp;ccedil;&amp;atilde;o e requalifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos passeios, travessias de pedestres, pavimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e sinaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o vi&amp;aacute;ria, al&amp;eacute;m de ilumina&amp;ccedil;&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	A iniciativa &amp;eacute; uma parceria entre a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) e o Metr&amp;ocirc; de S&amp;atilde;o Paulo, com a Prefeitura de S&amp;atilde;o Bernardo e a Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos. O Metr&amp;ocirc; ainda vai elaborar os estudos ambientais e os procedimentos de licenciamento junto &amp;agrave; Secretaria Estadual de Meio Ambiente. Somente ap&amp;oacute;s esse estudo ser&amp;aacute; poss&amp;iacute;vel definir o custo da obra, se ser&amp;aacute; mesmo utilizado o Metr&amp;ocirc; Leve ou o VLT (Ve&amp;iacute;culo Leve sobre Trilho) e as regi&amp;otilde;es definitivas onde a linha passar&amp;aacute;, entre outros aspectos. (&lt;a href=&quot;http://www.piniweb.com.br/construcao/infra-estrutura/metro-leve-ligara-a-regiao-do-abc-a-sao-paulo-164024-1.asp&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Fonte&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;
12/03/2010</description>
                <datePosted></datePosted> 
            </item>
                    <item>
                <title>Governo se nega a indicar membros da CPI do Metrô</title> 
                <link>http://www.newscomex.com/mostra_noticia.php?codigo=20854</link> 
                <description>&lt;p&gt;
	A indica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos deputados para formar a CPI do Metr&amp;ocirc; na Assembleia Legislativa, cujo prazo vencia nesta quinta, foi adiada para a pr&amp;oacute;xima segunda-feira. Os l&amp;iacute;deres do governo e do PT se negarem a apresentar os quatro nomes a que t&amp;ecirc;m direito.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	O presidente Marcelo Nilo (PDT) resolveu prorrogar a decis&amp;atilde;o, que agora cabe a ele. O governo alega n&amp;atilde;o ver raz&amp;atilde;o de o Legislativo estadual investigar uma obra municipal e tenta manobrar para a C&amp;acirc;mara de Vereadores de Salvador instaurar uma investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o por meio de Comiss&amp;atilde;o Especial de Inqu&amp;eacute;rito (CEI).&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	O PMDB, partido do prefeito de Salvador, Jo&amp;atilde;o Henrique, tamb&amp;eacute;m n&amp;atilde;o nomeou seu deputado para a CPI. O prefeito se mostrou favor&amp;aacute;vel &amp;agrave; investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o na Assembleia, mas sua base aliada &amp;eacute; contra qualquer investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o municipal.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Com isso, quatro dias depois de instaurada, a CPI j&amp;aacute; caminha a passos curtos, apesar de a oposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o ter definido Jo&amp;atilde;o Carlos Bacelar (PTN) e Paulo Azi (DEM) como dois dos oito membros. O representante do PR ser&amp;aacute; o deputado Elmar Nascimento, propositor da CPI, que classifica as obras como &amp;ldquo;um dos maiores esc&amp;acirc;ndalos de desvio de recursos na Bahia&amp;rdquo;.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Surpresa - O l&amp;iacute;der do PT na Assembleia, Paulo Rangel, argumenta que a investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o no &amp;acirc;mbito estadual seria &amp;ldquo;enganar o povo&amp;rdquo;, pois n&amp;atilde;o iria investigar realmente as den&amp;uacute;ncias que recaem sobre as obras do metr&amp;ocirc;. Elas j&amp;aacute; duram 10 anos, e o Tribunal de Contas da Uni&amp;atilde;o calcula um superfaturamento de R$ 110 milh&amp;otilde;es.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;ldquo;A posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do governo e do PT &amp;eacute; n&amp;atilde;o indicar ningu&amp;eacute;m. Eu n&amp;atilde;o t&amp;ocirc; entendendo nada (do porqu&amp;ecirc; da CPI na Assembleia). E eu n&amp;atilde;o assino o que n&amp;atilde;o entendo&amp;rdquo;, disse Rangel.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	O l&amp;iacute;der da oposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Heraldo Rocha (DEM), classificou a postura do governo como &amp;ldquo;vacilante&amp;rdquo;. &amp;ldquo;Fiquei surpreso ao saber que n&amp;atilde;o querem instalar uma CPI assinada por 34 dos 63 deputados&amp;rdquo;, disse. &amp;ldquo;Existe recurso estadual na obra e estamos vivendo momentos dif&amp;iacute;ceis no transporte p&amp;uacute;blico de Salvador. Temos a perspectiva da Copa 2014. Ent&amp;atilde;o a Assembleia n&amp;atilde;o pode ficar omissa&amp;rdquo;, defende. (&lt;a href=&quot;http://www.atarde.com.br/politica/noticia.jsf?id=1452071&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Fonte&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;
12/03/2010</description>
                <datePosted></datePosted> 
            </item>
                    <item>
                <title>Marinha limita acesso aos portos </title> 
                <link>http://www.newscomex.com/mostra_noticia.php?codigo=20855</link> 
                <description>&lt;p&gt;
	Navios maiores e mais pesados ter&amp;atilde;o que diminuir a carga para poder atracar nos portos de Itaja&amp;iacute; e Navegantes. A determina&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; da Marinha, que reduziu em 50 cent&amp;iacute;metros o calado m&amp;aacute;ximo dos canais de acesso e da bacia de manobras. A medida &amp;eacute; preventiva, para aumentar a margem de seguran&amp;ccedil;a nas opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es. A praticagem sentiu dificuldades nas manobras dos navios. A decis&amp;atilde;o atinge metade dos navios que entram no Itaja&amp;iacute;-A&amp;ccedil;u, estima o Porto de Itaja&amp;iacute;.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;ndash; Fomos informados pelos pr&amp;aacute;ticos das dificuldades encontradas, como perda de velocidade e de for&amp;ccedil;a em determinados pontos. Como n&amp;atilde;o recebemos dados atualizados de batimetria, tomados essa medida provis&amp;oacute;ria, de reduzir a profundidade de 10,5 para 10 metros &amp;ndash; explica o comandante Alexandre Malizia Alves, delegado da Capitania dos Portos em Itaja&amp;iacute;.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	A batimetria &amp;eacute; um levantamento da profundidade do rio e, segundo determina&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Marinha, precisa ser feita, no m&amp;iacute;nimo, a cada dois meses. A informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre a menor profundidade observada no canal &amp;eacute; fundamental para saber o calado m&amp;aacute;ximo dos navios e evitar que as embarca&amp;ccedil;&amp;otilde;es virem ou encostem no fundo do rio. Segundo Malizia, caso um navio venha a encalhar, os canais de acesso podem ficar fechados duas semanas.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	De acordo com Malizia, a &amp;uacute;ltima batimetria enviada pelo Porto de Itaja&amp;iacute; ocorreu no final de novembro passado.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;ndash; Dever&amp;iacute;amos ter recebido uma em janeiro, mas n&amp;atilde;o ocorreu. A batimetria de mar&amp;ccedil;o n&amp;atilde;o estava de acordo com as normas da Marinha, por isso n&amp;atilde;o foi considerada &amp;ndash; completa o delegado.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Robert Grantham, diretor comercial do Porto de Itaja&amp;iacute;, afirmou que as manobras nos canais estavam mais dif&amp;iacute;ceis por causa do excesso de material que pode ter acumulado no fundo do Rio Itaja&amp;iacute;-A&amp;ccedil;&amp;uacute;. Diariamente, duas dragas de inje&amp;ccedil;&amp;atilde;o de &amp;aacute;gua empurram o material para a superf&amp;iacute;cie. A correnteza ajuda a levar a lama at&amp;eacute; o mar. Explica&amp;ccedil;&amp;otilde;es para o ac&amp;uacute;mulo, segundo Grantham, podem ser a mudan&amp;ccedil;a na corrente e a mar&amp;eacute; alta, que impedem a dispers&amp;atilde;o do material.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Quanto &amp;agrave; batimetria, o diretor afirma que pode ter ocorrido algum equ&amp;iacute;voco na medi&amp;ccedil;&amp;atilde;o:&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;ndash; A batimetria nunca deixou de ser feita. Fizemos um contrato emergencial e uma outra empresa come&amp;ccedil;ou a fazer a medida hoje (ontem). O resultado deve estar pronto na pr&amp;oacute;xima semana.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	De acordo com Grantham, o Porto de Itaja&amp;iacute; abrir&amp;aacute; licita&amp;ccedil;&amp;atilde;o para contratar uma empresa que far&amp;aacute; os pr&amp;oacute;ximos exames de batimetria no rio. (&lt;a href=&quot;http://www.clicrbs.com.br/jsc/sc/impressa/4,180,2835488,14278&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Fonte&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;
12/03/2010</description>
                <datePosted></datePosted> 
            </item>
                    <item>
                <title>Obama quer duplicar exportações em cinco anos</title> 
                <link>http://www.newscomex.com/mostra_noticia.php?codigo=20856</link> 
                <description>&lt;p&gt;
	O presidente dos EUA definiu, esta quinta-feira, uma nova meta para a sua pol&amp;iacute;tica econ&amp;oacute;mica: a duplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o das exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es norte-americanas nos pr&amp;oacute;ximos cinco anos.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	O objectivo de Obama foi anunciado numa confer&amp;ecirc;ncia do Banco Import-Export e justificada com a necessidade de garantir mais empregos.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Para garantir o objectivo, Obama anunciou a forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma equipa de trabalho que ter&amp;aacute; como miss&amp;atilde;o promover as exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es norte-americanas, nomeadamente atrav&amp;eacute;s do refor&amp;ccedil;o dos acordos comerciais internacionais. (&lt;a href=&quot;http://www.abola.pt/mundos/ver.aspx?id=196780&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Fonte&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;
12/03/2010</description>
                <datePosted></datePosted> 
            </item>
                    <item>
                <title>Linha 2 do Metrô apresenta problema e estação da Pavuna fica superlotada</title> 
                <link>http://www.newscomex.com/mostra_noticia.php?codigo=20826</link> 
                <description>&lt;p&gt;
	Um problema no sistema de ar comprimido numa das composi&amp;ccedil;&amp;otilde;es da Linha 2 do metr&amp;ocirc;, entre as esta&amp;ccedil;&amp;otilde;es de Vicente de Carvalho e Iraj&amp;aacute;, &amp;agrave;s 5h50 desta quinta-feira (11), quando seguia no sentido Pavuna. Por conta disso, h&amp;aacute; superlota&amp;ccedil;&amp;atilde;o na esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Pavuna. Neste momento, o intervalo de circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o na Linha 2 &amp;eacute; de nove minutos.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	A assessoria informou que o trem ficou parado por alguns minutos e depois teve de voltar &amp;agrave; esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Vicente de Carvalho, onde os passageiros tiveram de desembarcar e esperar uma nova composi&amp;ccedil;&amp;atilde;o. O trem que apresentou defeito foi levado para o centro de manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	No momento, do problema, o intervalo na Linha 2 passou de seis para 16minutos. Mas aos poucos, o sistema est&amp;aacute; sendo restabelecido. Segundo o Metr&amp;ocirc;, n&amp;atilde;o h&amp;aacute; registro de tumulto nas esta&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Na Linha 1, o intervalo entre as composi&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;eacute; de seis minutos. (&lt;a href=&quot;http://g1.globo.com/Noticias/Rio/0,,MUL1524507-5606,00.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Fonte&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;
11/03/2010</description>
                <datePosted></datePosted> 
            </item>
                    <item>
                <title>Seminário no Rio vai discutir implantação da linha 4 do metrô </title> 
                <link>http://www.newscomex.com/mostra_noticia.php?codigo=20827</link> 
                <description>&lt;p&gt;
	Entre quinta e sexta-feira, o Rio de Janeiro ir&amp;aacute; promover, atrav&amp;eacute;s da Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional de Transportes P&amp;uacute;blicos, o VIII Semin&amp;aacute;rio Metroferrovi&amp;aacute;rio. O encontro ter&amp;aacute; sete paineis e foco na amplia&amp;ccedil;&amp;atilde;o das redes de metr&amp;ocirc; e a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de novas linhas em diversas capitais do Brasil, o que consumir&amp;aacute; cerca de R$ 75 bilh&amp;otilde;es.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	O secret&amp;aacute;rio de Transportes do Rio, Julio Lopes, participar&amp;aacute; da mesa de abertura e falar&amp;aacute; sobre os planos do Governo do Estado para a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Linha 4. Nos pr&amp;oacute;ximos anos, ser&amp;atilde;o investidos mais de R$ 4 bilh&amp;otilde;es para levar o metr&amp;ocirc; at&amp;eacute; a Barra da Tijuca. O in&amp;iacute;cio das obras est&amp;aacute; marcado para o pr&amp;oacute;ximo dia 20.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	O convidado principal do encontro &amp;eacute; o presidente do metr&amp;ocirc; de Madri, Aur&amp;eacute;lio Rojo Garrido, que tamb&amp;eacute;m &amp;eacute; secret&amp;aacute;rio executivo da Alamys, a associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que re&amp;uacute;ne metr&amp;ocirc;s de toda a Am&amp;eacute;rica Latina e a Espanha. O dirigente vai falar dos investimentos e da opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do metr&amp;ocirc; da capital espanhola, que &amp;eacute; o terceiro maior do mundo em extens&amp;atilde;o e transporta 686 milh&amp;otilde;es de passageiros por ano.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	O consultor internacional Lars Walthers, encarregado de capacitar o metr&amp;ocirc; de Londres para atender &amp;agrave; cidade durante os jogos Ol&amp;iacute;mpicos de 2012, tamb&amp;eacute;m &amp;eacute; um dos convidados especiais do evento. O semin&amp;aacute;rio reunir&amp;aacute; ainda presidentes dos metr&amp;ocirc;s de S&amp;atilde;o Paulo, Bras&amp;iacute;lia, Recife, Rio de Janeiro, al&amp;eacute;m de t&amp;eacute;cnicos e especialistas. (&lt;a href=&quot;http://www.correiodobrasil.com.br/noticia.asp?c=165145&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Fonte&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;
11/03/2010</description>
                <datePosted></datePosted> 
            </item>
                    <item>
                <title>Europa veta compra, mas não fecha porta</title> 
                <link>http://www.newscomex.com/mostra_noticia.php?codigo=20828</link> 
                <description>&lt;p&gt;
	A Comiss&amp;atilde;o Europeia considerou o controle sanit&amp;aacute;rio brasileiro satisfat&amp;oacute;rio na produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o da carne bovina, mas reprovou o da carne su&amp;iacute;na. A maior restri&amp;ccedil;&amp;atilde;o diz respeito ao uso de ractopamina na ra&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos porcos, um promotor de crescimento animal proibido na Europa.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	O relat&amp;oacute;rio divulgado ontem afeta especialmente SC, maior produtor nacional de carne su&amp;iacute;na. Mas n&amp;atilde;o desanima os exportadores catarinenses, que alegam poder rastrear os rebanhos sem o aditivo alimentar para vender &amp;agrave; Europa. Al&amp;eacute;m disso, o documento sinalizaria a solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do impasse.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Baseado nas &amp;uacute;ltimas inspe&amp;ccedil;&amp;otilde;es que o escrit&amp;oacute;rio veterin&amp;aacute;rio europeu fez no Brasil e no Estado, o relat&amp;oacute;rio avalia as medidas contra a febre aftosa no gado bovino e a vigil&amp;acirc;ncia no setor da carne su&amp;iacute;na. Em SC, os especialistas detectaram defici&amp;ecirc;ncia na identifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos porcos e afirmaram que o Brasil n&amp;atilde;o pode assegurar que suas exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es de carne su&amp;iacute;na fresca procedem de animais que n&amp;atilde;o consumiram ractopamina.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Em tese, o relat&amp;oacute;rio diz que o Brasil n&amp;atilde;o ter&amp;aacute; autoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o para exportar carne su&amp;iacute;na at&amp;eacute; que a Comiss&amp;atilde;o Europeia confirme um plano de a&amp;ccedil;&amp;atilde;o que d&amp;ecirc; garantias suficientes. De acordo com o presidente da Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira de Exportadores de Carne Su&amp;iacute;na (Abipecs), Pedro de Camargo Neto, o documento &amp;eacute; positivo.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;ndash; Antes da miss&amp;atilde;o a SC, a UE exigia que os su&amp;iacute;nos abatidos n&amp;atilde;o utilizassem ractopamina. Agora, o relat&amp;oacute;rio inclui orienta&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre a proposta de solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Brasil. Falta apenas aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o formal pelo comit&amp;ecirc; veterin&amp;aacute;rio.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Para ele, a abertura do mercado europeu est&amp;aacute; mais pr&amp;oacute;xima do que nunca e pode ocorrer ainda este ano.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;strong&gt;Caminho indireto ao mercado japon&amp;ecirc;s&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Camargo argumenta que o relat&amp;oacute;rio pede um plano de a&amp;ccedil;&amp;atilde;o que est&amp;aacute; resolvido, portanto basta colocar em pr&amp;aacute;tica o que j&amp;aacute; foi acordado entre as duas partes para que a carne brasileira finalmente entrar no mercado europeu. Na esteira, a medida pode abrir tamb&amp;eacute;m o cobi&amp;ccedil;ado mercado do Jap&amp;atilde;o, onde os pre&amp;ccedil;os s&amp;atilde;o melhores, que segue as mesmas normas sanit&amp;aacute;rias da Europa, e facilitar as negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es com compradores dos EUA.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;ndash; O problema &amp;eacute; que comprar ou n&amp;atilde;o a nossa carne depende da necessidade do mercado europeu. Eles s&amp;atilde;o importadores, mas ainda vamos esperar um bocado. Particularmente, seria melhor Jap&amp;atilde;o e China abrirem antes do que esperar pela Europa &amp;ndash; disse o presidente da Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Catarinense de Criadores de Su&amp;iacute;nos (ACCS), Wolmir de Souza. (&lt;a href=&quot;http://www.clicrbs.com.br/diariocatarinense/jsp/default2.jsp?uf=2&amp;amp;local=18&amp;amp;source=a2834674.xml&amp;amp;template=3898.dwt&amp;amp;edition=14269&amp;amp;section=129&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Fonte&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;
11/03/2010</description>
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