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        <title>Últimas Notícias - Portal NewsComex - Logística e Comércio Exterior</title> 
        <link>http://www.newscomex.com</link> 
        <description>O portal News Comex é uma publicação on-line de informações e serviços do Comércio Exterior, Logística e Relações Internacionais.</description> 
        <language>pt-br</language> 
        <copyright>Copyright 2006 © NewsComex - Todos os direitos reservados.</copyright>
        <lastBuildDate>04/02/2012</lastBuildDate> 
        <ttl>20</ttl>
                    <item>
                <title>Brasil Log movimenta mercado internacional em junho</title> 
                <link>http://www.newscomex.com/mostra_noticia.php?codigo=25824</link> 
                <description>&lt;p&gt;
	A Brasil Log - Feira Internacional de Log&amp;iacute;stica.2012, acontece entre os dias 19 e 22 de junho em Jundia&amp;iacute;/SP e promete movimentar o mercado internacional. O munic&amp;iacute;pio, que fica entre S&amp;atilde;o Paulo e Campinas, se tornou um dos mais importantes p&amp;oacute;los log&amp;iacute;sticos do Brasil devido &amp;agrave; sua localiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o privilegiada e de f&amp;aacute;cil acesso a aeroportos, rodovias e ferrovia.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Em sua terceira edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a Brasil Log re&amp;uacute;ne cerca de 100 expositores de todos os setores que englobam o universo log&amp;iacute;stico, desde a m&amp;atilde;o de obra especializada at&amp;eacute; movimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cargas e outros servi&amp;ccedil;os.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	O objetivo &amp;eacute; criar um espa&amp;ccedil;o onde investidores, empres&amp;aacute;rios e profissionais da &amp;aacute;rea possam conhecer as novas tecnologias, as novidades e fazer importantes contatos comerciais. Os visitantes tamb&amp;eacute;m poder&amp;atilde;o trocar experi&amp;ecirc;ncias e participar de um intenso networking, al&amp;eacute;m de assistir a palestras e workshops.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	A expectativa do evento &amp;eacute; atrair cerca de 15 mil pessoas de todo o pa&amp;iacute;s ao Parque Comendador Antonio Carbonari, o Parque da Uva, um espa&amp;ccedil;o de 53 mil m2 divididos em 3 pavilh&amp;otilde;es cobertos mais uma extensa &amp;aacute;rea externa. Os interessados podem se inscrever gratuitamente pelo site www.feiradelogisitica.com.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;strong&gt;Servi&amp;ccedil;o&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Brasil Log &amp;ndash; Feira Internacional de Log&amp;iacute;stica.2012&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
	19 a 22 de Junho/2012&lt;br /&gt;
	Parque da Uva &amp;ndash; Jundia&amp;iacute; &amp;ndash; SP &amp;ndash; Brasil&lt;br /&gt;
	Informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es: 11 4526-2637&lt;br /&gt;
	www.feiradelogistica.com (Com Informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es da Assessoria de Imprensa)&lt;/p&gt;
03/02/2012</description>
                <datePosted></datePosted> 
            </item>
                    <item>
                <title>Gasolina do CE é a 3ª mais barata</title> 
                <link>http://www.newscomex.com/mostra_noticia.php?codigo=25825</link> 
                <description>&lt;p&gt;
	O pre&amp;ccedil;o m&amp;eacute;dio da gasolina no Cear&amp;aacute; &amp;eacute; o terceiro mais baixo do Brasil, junto ao Estado da Para&amp;iacute;ba, de acordo com levantamento realizado no m&amp;ecirc;s de janeiro e divulgado ontem pela Ag&amp;ecirc;ncia Nacional do Petr&amp;oacute;leo, G&amp;aacute;s Natural e Biocombust&amp;iacute;veis (ANP).&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Os dados do primeiro m&amp;ecirc;s do ano mostram que os postos de gasolina do Estado apresentaram pre&amp;ccedil;os m&amp;eacute;dios de R$ 2,61, ficando atr&amp;aacute;s apenas de Piau&amp;iacute; (R$ 2,57) e Maranh&amp;atilde;o (R$ 2,59). Para&amp;iacute;ba tamb&amp;eacute;m apresentou o mesmo pre&amp;ccedil;o m&amp;eacute;dio do Cear&amp;aacute;, segundo informa a ANP.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	O pre&amp;ccedil;o m&amp;eacute;dio mais caro do Brasil foi registrado no Acre: R$ 3,12. Mato Grosso e Rond&amp;ocirc;nia tamb&amp;eacute;m se destacaram negativamente, com ambos apresentando pre&amp;ccedil;os m&amp;eacute;dios de R$ 2,99.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Dos 912 postos pesquisados, o pre&amp;ccedil;o m&amp;iacute;nimo no Cear&amp;aacute; foi de R$ 2,43 e o m&amp;aacute;ximo de R$ 3,09. Quantos &amp;agrave;s cidades, Fortaleza e Maracana&amp;uacute; tiveram as m&amp;eacute;dias mais baixas, R$ 2,56 e R$ 2,57, respectivamente.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;strong&gt;Etanol&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Segundo o economista e professor da Universidade de S&amp;atilde;o Paulo (USP), Antonio Evaldo Comune, 2011 foi at&amp;iacute;pico para o etanol, que ficou desvantajoso praticamente durante todo o ano. Ele garante que &amp;quot;o comportamento este anos ser&amp;aacute; diferente&amp;quot;. (&lt;a href=&quot;http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1101304&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Fonte&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;
03/02/2012</description>
                <datePosted></datePosted> 
            </item>
                    <item>
                <title>Aumenta protecionismo brasileiro no comércio exterior</title> 
                <link>http://www.newscomex.com/mostra_noticia.php?codigo=25826</link> 
                <description>&lt;p&gt;
	As expectativas para a balan&amp;ccedil;a comercial brasileira e seu impacto na produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o industrial est&amp;atilde;o a pressionar o governo por adotar medidas de car&amp;aacute;ter protecionista. Com o d&amp;eacute;ficit de US$ 1,3 bilh&amp;atilde;o em janeiro, o maior para o m&amp;ecirc;s da s&amp;eacute;rie hist&amp;oacute;rica, o Minist&amp;eacute;rio do Desenvolvimento, Ind&amp;uacute;stria e Com&amp;eacute;rcio Exterior (Mdic) confirmou que uma s&amp;eacute;rie de est&amp;iacute;mulos &amp;agrave; exporta&amp;ccedil;&amp;atilde;o brasileira ser&amp;aacute; adotada. Ao mesmo tempo, mais atitudes para conter as importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es ser&amp;atilde;o tomadas.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Para especialistas entrevistados pelo DCI, essas medidas para beneficiar os exportadores devem ser mais ligadas &amp;agrave; redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de impostos. &amp;quot;N&amp;atilde;o vejo espa&amp;ccedil;o para mexer no c&amp;acirc;mbio ou que o governo adote a&amp;ccedil;&amp;otilde;es mais criativas, como a antecipa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos receb&amp;iacute;veis de exporta&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Acredito que algum benef&amp;iacute;cio fiscal deve ser tomado&amp;quot;, especula Gabriel Charilaos Vlavianos, diretor da EAGroup Brasil, administradora de fundos de investimentos.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Ontem, em mensagem ao Congresso, a presidente da Rep&amp;uacute;blica Dilma Rousseff afirmou que o Brasil vai avan&amp;ccedil;ar ainda mais neste ano nas pol&amp;iacute;ticas de defesa comercial para coibir a concorr&amp;ecirc;ncia desleal contra a ind&amp;uacute;stria do Pa&amp;iacute;s. Desde o final do ano passado, o governo adotou medidas que visa favorecer o crescimento econ&amp;ocirc;mico, tal como o aumento do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) para ve&amp;iacute;culos importados.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	E, agora, h&amp;aacute; uma expectativa de que ap&amp;oacute;s a volta da presidente Dilma e dos ministros do Mdic, Fernando Pimentel, e das Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es Internacionais, Ant&amp;ocirc;nio Patriota, um acordo entre Brasil e M&amp;eacute;xico possa ser rompido, a fazer com que carros importados passem a valer 35% a mais em imposto ao entrar no Pa&amp;iacute;s.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	A Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional dos Fabricantes de Ve&amp;iacute;culos Automotores (Anfavea), disse, por meio de nota, que considera importante a manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Acordo de Com&amp;eacute;rcio Automotivo Brasil-M&amp;eacute;xico por sua relev&amp;acirc;ncia como fator de integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o comercial e de fomento do com&amp;eacute;rcio bilateral.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;quot;A Anfavea entende que acordos internacionais de com&amp;eacute;rcio s&amp;atilde;o din&amp;acirc;micos e podem ser atualizados, ampliados e ou ajustados em sua abrang&amp;ecirc;ncia e condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es. E defende ainda a celebra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de novos acordos de com&amp;eacute;rcio e prefer&amp;ecirc;ncias tarif&amp;aacute;rias, como instrumento indutor e promotor do com&amp;eacute;rcio exterior brasileiro e como fator de estabilidade e de competitividade das rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trocas &amp;quot;, avaliou no comunicado.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Segundo a associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o com&amp;eacute;rcio automotivo de ve&amp;iacute;culos e pe&amp;ccedil;as Brasil-M&amp;eacute;xico, no valor de US$ 4,3 bilh&amp;otilde;es em 2011, representa 47% do fluxo comercial entre os dois pa&amp;iacute;ses. Entre 2000 e 2011 as exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ve&amp;iacute;culos e pe&amp;ccedil;as para o M&amp;eacute;xico totalizaram US$ 21,2 bilh&amp;otilde;es e as importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, US$ 8,7 bilh&amp;otilde;es.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Pelos dados do Mdic, as importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de autom&amp;oacute;veis mexicanos cresceram 40% em 2011, ao somar R$ 2 bilh&amp;otilde;es, e resultaram em um d&amp;eacute;ficit de US$ 1,7 bilh&amp;atilde;o na balan&amp;ccedil;a comercial.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Para Vlavianos, a&amp;ccedil;&amp;otilde;es como o aumento de impostos s&amp;atilde;o formas de atrair a instala&amp;ccedil;&amp;atilde;o de fabricantes estrangeiras no Pa&amp;iacute;s, e com isso, trazer mais tecnologia. Inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o essa que j&amp;aacute; surte resultados, j&amp;aacute; que, segundo ele, a JAC Motors mostrou interesse em abrir f&amp;aacute;bricas no Brasil. &amp;quot;O governo, de fato est&amp;aacute; preocupado com a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da balan&amp;ccedil;a comercial. Por isso, &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel que continue a fazer medidas mais paliativas&amp;quot;, diz o diretor da EAGroup.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Contudo, recentemente um grupo de sete governos - Austr&amp;aacute;lia, Uni&amp;atilde;o Europeia, Estados Unidos, Hong Kong, Coreia, Jap&amp;atilde;o e Col&amp;ocirc;mbia - atacou na Organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o Mundial do Com&amp;eacute;rcio (OMC) as barreiras adotadas pelo Brasil no setor automobil&amp;iacute;stico, acusando de serem &amp;quot;inconsistentes&amp;quot; com as regras internacionais.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Em resposta, o governo brasileiro insistiu que estava sendo transparente em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave;s medidas. Mas sabe-se que alguns pa&amp;iacute;ses consultaram suas empresas para saber se h&amp;aacute; interesse da abertura de uma disputa.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Protecionismo&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Ao divulgar o resultado da balan&amp;ccedil;a comercial de janeiro, a secret&amp;aacute;ria de com&amp;eacute;rcio exterior do Mdic, Tatiana Prazeres, previu que o ano ser&amp;aacute; complicado para o Pa&amp;iacute;s. Segundo ela, as importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es est&amp;atilde;o avan&amp;ccedil;ando muito al&amp;eacute;m das exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Dados do varejo confirmam que a tend&amp;ecirc;ncia &amp;eacute; de que a compra de produtos estrangeiros deve continuar forte, a se acompanhada pela deprecia&amp;ccedil;&amp;atilde;o da moeda norte-americana, que fechou ontem a R$ 1,7220 por d&amp;oacute;lar, com recuo de 0,63%.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	O diretor-presidente da Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira dos Terminais Portu&amp;aacute;rios (ABPT), Wilen Manteli, entende que o Brasil tem direito a se defender das disputas internacionais. &amp;quot;O que n&amp;atilde;o pode &amp;eacute; ter um protecionismo que beneficie a inefici&amp;ecirc;ncia&amp;quot;, diz. A opini&amp;atilde;o &amp;eacute; endossada por Vlavianos.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	De acordo com Manteli, n&amp;atilde;o adianta proteger o com&amp;eacute;rcio exterior brasileiro, sem resolver os gargalos internos. &amp;quot;A carga tribut&amp;aacute;ria ainda &amp;eacute; muito alta no Pa&amp;iacute;s, o que prejudica o setor privado como um todo, inclusive os exportadores. Al&amp;eacute;m de que a log&amp;iacute;stica do Pa&amp;iacute;s ainda &amp;eacute; deficit&amp;aacute;ria. H&amp;aacute; avan&amp;ccedil;os no setor portu&amp;aacute;rio, por exemplo, mas o acesso a ele [transporte] &amp;eacute; complicado&amp;quot;, analisa o especialista. (&lt;a href=&quot;http://www.dci.com.br/Aumenta-protecionismo-brasileiro-no-comercio-exterior-6-409103.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Fonte&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;
03/02/2012</description>
                <datePosted></datePosted> 
            </item>
                    <item>
                <title>Brasil e Argentina reforçam parceria em comércio bilateral</title> 
                <link>http://www.newscomex.com/mostra_noticia.php?codigo=25827</link> 
                <description>&lt;p&gt;
	A ind&amp;uacute;stria brasileira est&amp;aacute; se posicionando frente a Argentina no sentido de garantir uma parceria mais firme. Ontem Paulo Skaf, presidente da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o das Ind&amp;uacute;strias do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (Fiesp), declarou, em visita ao pa&amp;iacute;s estrangeiro que &amp;quot;&amp;eacute; interessante que o Brasil compre mais da Argentina, principalmente em setores nos quais nosso vizinho tenha possibilidade para atender a demanda brasileira&amp;quot;, exemplificando com a ind&amp;uacute;stria naval e petroqu&amp;iacute;mica.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Segundo a Ag&amp;ecirc;ncia Estado empres&amp;aacute;rios brasileiros prometeram a representantes do governo argentino que v&amp;atilde;o comprar mais bens do pa&amp;iacute;s em troca da manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o do fluxo de exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es brasileiras para a Argentina, amea&amp;ccedil;ado pela escalada protecionista do pa&amp;iacute;s.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Na &amp;uacute;ltima quarta-feira entrou em vigor uma lei que exige aos importadores Argentinos informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es pr&amp;eacute;vias sobre todos os produtos de bens de consumo feitas no ano. Paulo Skaf liderou uma comitiva de empres&amp;aacute;rios em visita ao pa&amp;iacute;s para reuni&amp;otilde;es com autoridades locais.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Para o presidente da C&amp;acirc;mara de Com&amp;eacute;rcio Argentino Brasileira de S&amp;atilde;o Paulo (Camarbra), Alberto Alzueta, essas medidas &amp;quot;obviamente v&amp;atilde;o trazer uma repercuss&amp;atilde;o negativa muito grande&amp;quot;. Ele explica que a&amp;ccedil;&amp;otilde;es deste tipo ir&amp;atilde;o influenciar n&amp;atilde;o s&amp;oacute; a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o brasileira mas tamb&amp;eacute;m a ind&amp;uacute;stria argentina, que necessita de mat&amp;eacute;ria prima brasileira para sua produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Ivan Ramalho, presidente da Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira das Empresas de Com&amp;eacute;rcio Exterior (Abece) e ex-coordenador da comiss&amp;atilde;o bilateral Brasil Argentina pelo Minist&amp;eacute;rio do Desenvolvimento Ind&amp;uacute;stria e Com&amp;eacute;rcio Exterior (Mdic) alerta que esse tipo de medida n&amp;atilde;o &amp;eacute; nova e que come&amp;ccedil;aram h&amp;aacute; cerca de oito anos com a chamada &amp;quot;guerra da geladeira&amp;quot;, quando a Argentina queria impor san&amp;ccedil;&amp;otilde;es a produtos da linha branca, vindos do Brasil.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	As exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es do Brasil para a Argentina, no &amp;uacute;ltimo ano, totalizaram US$ 22,7 bilh&amp;otilde;es e as importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es US$ 16,9 bilh&amp;otilde;es. O presidente da Abece acredita que esses n&amp;uacute;meros s&amp;atilde;o uma prova que as medidas podem n&amp;atilde;o ter um efeito t&amp;atilde;o duro nas exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es brasileiras, j&amp;aacute; que no ano passado entrou em vigor a chamada &amp;quot;licen&amp;ccedil;a n&amp;atilde;o autom&amp;aacute;tica&amp;quot;. Apesar disso, o especialista deixa claro que o protecionismo &amp;eacute; &amp;quot;uma sombra totalmente indesejada dentro de um mercado comum [Mercosul]. &amp;Eacute; not&amp;oacute;rio que isso [medida] n&amp;atilde;o &amp;eacute; permitido&amp;quot;.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Ele tamb&amp;eacute;m lembra que esses ajustes n&amp;atilde;o influenciam somente o Brasil mas sim todas os pa&amp;iacute;ses que realizam exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es para a Argentina. &amp;quot;Tenho pela minha experi&amp;ecirc;ncia que o foco [desta a&amp;ccedil;&amp;atilde;o] &amp;eacute; o produto asi&amp;aacute;tico&amp;quot;.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Em reuni&amp;atilde;o na embaixada do Brasil na Argentina, entre o presidente da Fiesp e empres&amp;aacute;rios, segundo nota oficial, surgiu um alerta sobre a import&amp;acirc;ncia dos dois pa&amp;iacute;ses trabalharem juntos nas quest&amp;otilde;es que envolvem a&amp;ccedil;&amp;otilde;es asi&amp;aacute;ticas, como a entrada massiva de produtos chineses, que prejudica ambos pa&amp;iacute;ses.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Para o presidente da C&amp;acirc;mara, uma boa op&amp;ccedil;&amp;atilde;o para contornar o problema &amp;eacute; o uso do Sistema de Pagamentos em Moeda Local (SML), que permite que as transa&amp;ccedil;&amp;otilde;es comerciais sejam feitas em moeda dos pa&amp;iacute;ses envolvidos e n&amp;atilde;o em d&amp;oacute;lar. Essa ferramenta ajudaria as exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es brasileiras na Argentina a n&amp;atilde;o influenciarem a reserva de divisas do pa&amp;iacute;s.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Segundo dados da Fiesp, no ano passado, os produtos mais exportados pelo Brasil para a Argentina foram autom&amp;oacute;veis de passageiros, com participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 16% e montante de US$ 3.617 milh&amp;otilde;es, e partes e pe&amp;ccedil;as para autom&amp;oacute;veis e tratores, com 10% de representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e US$ 2.172 milh&amp;otilde;es.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Os produtos mais importados pelo Brasil foram autom&amp;oacute;veis de passageiros, representando 25% e uma quantia de US$ 4.284 milh&amp;otilde;es e ve&amp;iacute;culos de carga com participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 10% e montante de US$ 1.739.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	O presidente da Abece afirma que apesar da participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o significativa de autom&amp;oacute;veis e motores no com&amp;eacute;rcio bilateral dos dois pa&amp;iacute;ses &amp;quot;esse setor tem um regime pr&amp;oacute;prio, n&amp;atilde;o enfrenta dificuldades burocr&amp;aacute;ticas e n&amp;atilde;o enfrentar&amp;aacute;, pois as pe&amp;ccedil;as [automotivas] s&amp;atilde;o utilizadas para produzir autom&amp;oacute;veis argentinos&amp;quot;. (&lt;a href=&quot;http://www.dci.com.br/Brasil-e-Argentina-reforcam-parceria-em-comercio-bilateral-6-409114.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Fonte&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;
03/02/2012</description>
                <datePosted></datePosted> 
            </item>
                    <item>
                <title>Acordo que barateia carros importados do México está ameaçado</title> 
                <link>http://www.newscomex.com/mostra_noticia.php?codigo=25828</link> 
                <description>&lt;p&gt;
	O governo brasileiro vai rediscutir os termos do acordo automotivo com o M&amp;eacute;xico. A preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; com o aumento das importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de carros e o desequil&amp;iacute;brio na balan&amp;ccedil;a comercial.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	A balan&amp;ccedil;a dos carros pende para o lado mexicano. As importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de l&amp;aacute; para n&amp;oacute;s aumentaram 40% no ano passado e o Brasil quer botar um freio no carro deles.&lt;br /&gt;
	O M&amp;eacute;xico j&amp;aacute; &amp;eacute; o terceiro maior vendedor para o mercado brasileiro. S&amp;oacute; perde para a Argentina e para a Coreia do Sul.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Hoje, o M&amp;eacute;xico tem privil&amp;eacute;gio digno de Mercosul: n&amp;atilde;o paga o pesad&amp;iacute;ssimo imposto de importa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, cobrado da concorr&amp;ecirc;ncia asi&amp;aacute;tica, por exemplo. Para isso, os mexicanos precisam vender para n&amp;oacute;s, um carro com pelo menos 60% da produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o realizados dentro do M&amp;eacute;xico, e n&amp;atilde;o em outros pa&amp;iacute;ses.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Mas, o governo brasileiro fez as contas e descobriu que, por uma brecha do acordo, o que n&amp;atilde;o significa nenhuma irregularidade, o chamado &amp;iacute;ndice de nacionaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do carro mexicano n&amp;atilde;o passa de 16%.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	O governo brasileiro s&amp;oacute; n&amp;atilde;o reclamava porque a gente vendia muito mais carros para os mexicanos que eles para n&amp;oacute;s. Mas a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o se inverteu drasticamente e, segundo uma fonte do governo ouvida pelo Jornal Nacional, o Brasil j&amp;aacute; avisou ao M&amp;eacute;xico que vai mudar os termos do acordo. De qualquer forma, mudan&amp;ccedil;as, ou mesmo o fim do acordo automotivo, precisam respeitar um per&amp;iacute;odo de 14 meses de car&amp;ecirc;ncia para entrar em vigor.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	A Anfavea, que representa os fabricantes instalados no Brasil, considera importante a manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o do acordo. Mas entende que acordos internacionais s&amp;atilde;o din&amp;acirc;micos e podem ser atualizados, ampliados ou ajustados.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Para o consultor Andr&amp;eacute; Beer tamb&amp;eacute;m: &amp;ldquo;Quando voc&amp;ecirc; fecha uma porta, voc&amp;ecirc; cria, na verdade, uma barreira. E pode criar outros tipos de barreiras que n&amp;atilde;o atendem nem ao Brasil nem ao M&amp;eacute;xico. A discuss&amp;atilde;o toda est&amp;aacute; centrada no problema do balan&amp;ccedil;o de divisas, que &amp;eacute; a balan&amp;ccedil;a comercial&amp;rdquo;. (&lt;a href=&quot;http://gazetaweb.globo.com/v2/noticias/texto_completo.php?c=249789&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Fonte&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;
03/02/2012</description>
                <datePosted></datePosted> 
            </item>
                    <item>
                <title>Produção nacional sobe, mas pressão por importação avança</title> 
                <link>http://www.newscomex.com/mostra_noticia.php?codigo=25829</link> 
                <description>&lt;p&gt;
	A produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de petr&amp;oacute;leo no Brasil em 2011 alcan&amp;ccedil;ou o maior patamar de sua hist&amp;oacute;ria. De acordo com dados da Ag&amp;ecirc;ncia Nacional de Petr&amp;oacute;leo, G&amp;aacute;s Natural e Biocombust&amp;iacute;veis (ANP), foram produzidos em 2011 aproximadamente 768 milh&amp;otilde;es de barris de petr&amp;oacute;leo e 24 bilh&amp;otilde;es de metros c&amp;uacute;bicos de g&amp;aacute;s natural. A vaz&amp;atilde;o di&amp;aacute;ria m&amp;eacute;dia registrada foi de 2,52 milh&amp;otilde;es de barris de &amp;oacute;leo equivalente ao dia (MMboe/d).&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	A se manter esse volume, a tend&amp;ecirc;ncia &amp;eacute; de que a press&amp;atilde;o das importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de combust&amp;iacute;veis e lubrificantes no Brasil verificada no m&amp;ecirc;s de janeiro pelo Minist&amp;eacute;rio do Desenvolvimento, Ind&amp;uacute;stria e Com&amp;eacute;rcio (Mdic) dever&amp;aacute; continuar. Por outro lado, tamb&amp;eacute;m dever&amp;aacute; manter as exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es de petr&amp;oacute;leo e derivados na lideran&amp;ccedil;a das vendas do Pa&amp;iacute;s ao mercado internacional. Isso porque o Brasil &amp;eacute; autossuficiente em petr&amp;oacute;leo, mas ainda depende da capacidade de refino de outros pa&amp;iacute;ses.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Segundo os dados apresentados pela autarquia, em compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o ano de 2010, houve aumento de 2,5% da produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de petr&amp;oacute;leo e 4,9% da produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de g&amp;aacute;s natural, quando a vaz&amp;atilde;o di&amp;aacute;ria m&amp;eacute;dia ficou em torno de 2,45 MMboe/d.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Nos &amp;uacute;ltimos 10 anos (2002- 2011) a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de petr&amp;oacute;leo cresceu 45%, e a de g&amp;aacute;s natural, 55%. Em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; queima de g&amp;aacute;s natural, houve redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cerca de 27% em 2011, se comparada &amp;agrave; queima realizada em 2010. Em m&amp;eacute;dia, foram queimados 4,8 milh&amp;otilde;es de metros c&amp;uacute;bicos por dia (MMm&amp;sup3;/d)em 2011, contra a m&amp;eacute;dia de 6,6 MMm&amp;sup3;/d em 2010. Em 2011, tamb&amp;eacute;m houve melhor aproveitamento do g&amp;aacute;s natural, com uso de cerca de 92,7% de todo o insumo produzido no Pa&amp;iacute;s.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;strong&gt;Pr&amp;eacute;-sal&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	A megarreserva do pr&amp;eacute;-sal, maior descoberta do mineral dos &amp;uacute;ltimos 30 anos, apresentou uma produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o modesta. Foram extra&amp;iacute;dos de nove po&amp;ccedil;os da regi&amp;atilde;o 167,5 mil barris de petr&amp;oacute;leo ao dia e 5,3 MMm&amp;sup3;/d de g&amp;aacute;s natural, totalizando 200,6 Mboe/d, alta de 6,3% comparado ao m&amp;ecirc;s passado.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Dos nove po&amp;ccedil;os produtores do pr&amp;eacute;-sal, oito est&amp;atilde;o entre os 30 po&amp;ccedil;os de maior produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o total de barris de &amp;oacute;leo equivalente. Destaque para os po&amp;ccedil;os do Campo de Lula, onde os tr&amp;ecirc;s que atualmente produzem figuram na lista dos 30 maiores produtores. Um deles segue como o po&amp;ccedil;o com a maior produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de petr&amp;oacute;leo, pelo oitavo m&amp;ecirc;s seguido, com uma produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 26,3 Mbbl/d.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Cerca de 91,2% da produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de petr&amp;oacute;leo e g&amp;aacute;s natural s&amp;atilde;o provenientes de campos operados pela Petrobras. J&amp;aacute; 91,9% da produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de petr&amp;oacute;leo e 76,2% da produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de g&amp;aacute;s natural do Brasil foram explorados de campos mar&amp;iacute;timos. A produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o total no Brasil ocorreu em 9.043 po&amp;ccedil;os. O campo com o maior n&amp;uacute;mero foi Canto do Amaro. (&lt;a href=&quot;http://www.dci.com.br/Producao-nacional-sobe_-mas-pressao-por-importacao-avanca-1-409134.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Fonte&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;
03/02/2012</description>
                <datePosted></datePosted> 
            </item>
                    <item>
                <title>Onze consórcios disputam leilões de aeroportos de Guarulhos, Campinas e Brasília</title> 
                <link>http://www.newscomex.com/mostra_noticia.php?codigo=25830</link> 
                <description>&lt;p&gt;
	Os leil&amp;otilde;es dos aeroportos de Bras&amp;iacute;lia, Garulhos e Campinas, marcados para a pr&amp;oacute;xima segunda-feira, na Bolsa de Valores de S&amp;atilde;o Paulo (BMF&amp;amp;FBovespa), ser&amp;atilde;o muito disputados. Onze cons&amp;oacute;rcios protocolaram ontem seus envelopes com documentos e propostas econ&amp;ocirc;micas no local do preg&amp;atilde;o, confirmando a expectativa do governo de arrecadar muito al&amp;eacute;m da soma dos pisos dos lances m&amp;iacute;nimos (R$ 5,48 bilh&amp;otilde;es). A maior concorr&amp;ecirc;ncia ser&amp;aacute; pelo terminal de Guarulhos, em raz&amp;atilde;o da maior receita, seguida pelo de Campinas, l&amp;iacute;der em cargas e dono das melhores perspectivas a longo prazo.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Os lances m&amp;iacute;nimos pelos aeroportos de Bras&amp;iacute;lia (concess&amp;atilde;o por 25 anos), Guarulhos (20 anos) e Campinas (30 anos) foram fixados em, respectivamente, R$ 582 milh&amp;otilde;es, R$ 3,42 bilh&amp;otilde;es e R$ 1,47 bilh&amp;atilde;o. O candidato poder&amp;aacute; participar dos tr&amp;ecirc;s certames, mas s&amp;oacute; sair&amp;aacute; vencedor em um deles, considerando a maior diferen&amp;ccedil;a em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao segundo colocado. Ir&amp;atilde;o para a disputa em viva-voz os cons&amp;oacute;rcios que oferecerem as tr&amp;ecirc;s maiores ofertas para cada aeroporto e cujos valores, no caso do segundo e do terceiro proponentes, corresponderem a pelo menos 90% do maior lance oferecido.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Compareceram &amp;agrave; sede da BMF&amp;amp;Bovespa, entre 9h e 16h, representantes dos 11 cons&amp;oacute;rcios: os grupos formados por Companhia de Concess&amp;otilde;es Rodovi&amp;aacute;rias (CCR), em associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o com a operadora su&amp;iacute;&amp;ccedil;a Zurich; construtora Fidens com a operadora norte-americana ADC &amp;amp; HAS; EcoRodovias com a alem&amp;atilde; Fraport; e construtoras Triunfo e UTC com a francesa Egis Airport Operation. Os outros sete inscritos mantiveram seu nome em sigilo. Cada um deles ser&amp;aacute; representado por corretoras.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;strong&gt;Modelo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
	A Ag&amp;ecirc;ncia Nacional de Avia&amp;ccedil;&amp;atilde;o Civil (Anac) divulgar&amp;aacute; hoje a lista oficial dos concorrentes, excluindo os que tiveram documenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o considerada inadequada. Os grupos se formaram de acordo com o modelo de empreiteiras ou concession&amp;aacute;rias de rodovias brasileiras aliadas a operadores aeroportu&amp;aacute;rios estrangeiros, conforme determina o edital.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Profissionais que acompanham as negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es de perto acreditam que ao menos cinco cons&amp;oacute;rcios ficaram de fora por n&amp;atilde;o terem conseguido se preparar a tempo &amp;mdash; entre eles est&amp;atilde;o os que pediram formalmente o adiamento dos leil&amp;otilde;es. Esses grupos dever&amp;atilde;o, automaticamente, se apresentar na pr&amp;oacute;xima rodada de leil&amp;otilde;es, quando devem ser licitados terminais importantes, como o do Gale&amp;atilde;o (RJ) e o de Confins (MG).&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;ldquo;O elevado n&amp;iacute;vel de procura mostrou que as muitas d&amp;uacute;vidas ficaram pequenas diante do tamanho dos neg&amp;oacute;cios&amp;rdquo;, disse Alexandre Martins Leite, advogado especialista em direito aeron&amp;aacute;utico. Ele lembrou, contudo, que o processo est&amp;aacute; longe de acabar. Depois dos leil&amp;otilde;es de segunda-feira, ser&amp;atilde;o abertos espa&amp;ccedil;os para os licitantes derrotados recorrerem contra os resultados. Ser&amp;aacute; feita tamb&amp;eacute;m a verifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o das garantias financeiras apresentadas. O desfecho pode ser anunciado em 7 de maio.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Marlon Ieri, representante de um dos cons&amp;oacute;rcios, explicou que o governo decidiu inverter a segunda e terceira fases do processo licitat&amp;oacute;rio para garantir mais agilidade e competi&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Assim, as garantias financeiras s&amp;oacute; ser&amp;atilde;o analisadas depois da avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos documentos sobre o perfil dos cons&amp;oacute;rcios. Nada impede, contudo, que haja protestos na Justi&amp;ccedil;a. (&lt;a href=&quot;http://www.pernambuco.com/ultimas/nota.asp?materia=20120203082034&amp;amp;assunto=123&amp;amp;onde=Economia&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Fonte&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;
03/02/2012</description>
                <datePosted></datePosted> 
            </item>
                    <item>
                <title>Problema técnico impede funcionamento do Trensurb no RS</title> 
                <link>http://www.newscomex.com/mostra_noticia.php?codigo=25831</link> 
                <description>&lt;p&gt;
	O Trensurb, trem que liga Porto Alegre &amp;agrave; Regi&amp;atilde;o Metropolitana, parou de funcionar na manh&amp;atilde; desta sexta-feira (3). Todas as esta&amp;ccedil;&amp;otilde;es, nos dois sentidos, est&amp;atilde;o desativadas. De acordo com a administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o da linha de ve&amp;iacute;culos, um problema t&amp;eacute;cnico causou a paralisa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Segundo o controlador de opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es do Trensurb, Marco Aur&amp;eacute;lio Silva, o problema foi reparado e o trem deve voltar a funcionar at&amp;eacute; as 8h30. O gerente de opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es, Rubenildo Ign&amp;aacute;cio, explicou que o cabo a&amp;eacute;reo que faz o contato do trem com a central foi rompido em dois pontos.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Ign&amp;aacute;cio descarta que o problema tenha sido ocasionado por vandalismo. &amp;quot;Ainda n&amp;atilde;o identificamos a causa, mas estamos trabalhando nisso&amp;quot;, disse Ign&amp;aacute;cio.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	O Trensurb possui uma frota de 25 trens que passam por 17 esta&amp;ccedil;&amp;otilde;es em Porto Alegre, Canoas, Esteio, Sapucaia do Sul e S&amp;atilde;o Leopoldo. A empresa estima que 170 mil pessoas usem o modal a cada dia. (&lt;a href=&quot;http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2012/02/problema-tecnico-impede-funcionamento-do-trensurb-no-rs.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Fonte&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;
03/02/2012</description>
                <datePosted></datePosted> 
            </item>
                    <item>
                <title>Janeiro mostra queda das exportações de básicos </title> 
                <link>http://www.newscomex.com/mostra_noticia.php?codigo=25832</link> 
                <description>&lt;p&gt;
	O d&amp;eacute;ficit de US$ 1,291 bilh&amp;atilde;o da balan&amp;ccedil;a comercial em janeiro n&amp;atilde;o &amp;eacute; nada alarmante, mas recomenda muita aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o para uma poss&amp;iacute;vel deteriora&amp;ccedil;&amp;atilde;o do com&amp;eacute;rcio externo.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	O principal fato &amp;eacute; que as exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es ca&amp;iacute;ram 27% pela m&amp;eacute;dia por dia &amp;uacute;til, e as importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, apenas 4% - em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao m&amp;ecirc;s anterior. O problema situou-se essencialmente nas vendas, e dois fatores importantes afetaram as exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es: a queda do pre&amp;ccedil;o das commodities (que j&amp;aacute; havia come&amp;ccedil;ado dois meses atr&amp;aacute;s) e a retra&amp;ccedil;&amp;atilde;o nos pa&amp;iacute;ses da Uni&amp;atilde;o Europeia, que se agravou.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	O min&amp;eacute;rio de ferro &amp;eacute; incontestavelmente a commodity que vem dominando nosso com&amp;eacute;rcio com o exterior e acusou, em janeiro, uma queda de pre&amp;ccedil;os de 13,2%. Essa redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o s&amp;oacute; foi parcialmente compensada pelo aumento de 28% das vendas de petr&amp;oacute;leo bruto, cujo volume foi sensivelmente igual ao de dezembro, enquanto o do min&amp;eacute;rio de ferro ca&amp;iacute;a 23,7%. As importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es recuaram pela terceira vez consecutiva, e n&amp;atilde;o se sabe se foram substitu&amp;iacute;das por produtos nacionais.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	A distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o das exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es por blocos econ&amp;ocirc;micos apresenta uma mudan&amp;ccedil;a importante: a Uni&amp;atilde;o Europeia continua sendo o melhor cliente do Brasil, mas, em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao m&amp;ecirc;s anterior, acusou queda de 38,8%. Os EUA ultrapassaram a China como cliente do Brasil, pois o pa&amp;iacute;s asi&amp;aacute;tico reduziu em 50,6% suas compras no Brasil, o que mostra que n&amp;atilde;o podemos depender demais de um pa&amp;iacute;s que, comprando min&amp;eacute;rio de ferro, pode acusar tamanha diferen&amp;ccedil;a de um m&amp;ecirc;s para outro. As exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es para a Argentina diminu&amp;iacute;ram 19,1% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a dezembro, isso antes da vig&amp;ecirc;ncia das novas normas protecionistas desse pa&amp;iacute;s.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	O Banco Central previu a deteriora&amp;ccedil;&amp;atilde;o do com&amp;eacute;rcio exterior do Brasil. Isso n&amp;atilde;o nos impede de buscar melhorar as atuais perspectivas procurando aumentar o valor adicionado dos produtos oferecidos &amp;agrave; exporta&amp;ccedil;&amp;atilde;o introduzindo neles maior conte&amp;uacute;do tecnol&amp;oacute;gico - o que exige maiores investimentos em pesquisa para inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	O esfor&amp;ccedil;o maior deve se dirigir para a substitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es. E isso n&amp;atilde;o deve ser buscado por meio de um aumento do protecionismo, como a Argentina faz atabalhoadamente, mas por investimentos para produzir a um custo menor e com melhora de qualidade da produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Isso implica uma reformula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de pol&amp;iacute;tica industrial, com o concurso do governo agindo no custo do cr&amp;eacute;dito; nos incentivos para pesquisa; na pol&amp;iacute;tica externa de conquista de novos mercados; e nos acordos bilaterais. Cabe &amp;agrave; ind&amp;uacute;stria, que perdeu posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o na forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o do PIB, sugerir medidas que facilitem sair desse corner. (&lt;a href=&quot;http://estadao.br.msn.com/economia/janeiro-mostra-queda-das-exporta%C3%A7%C3%B5es-de-b%C3%A1sicos&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Fonte&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;
03/02/2012</description>
                <datePosted></datePosted> 
            </item>
                    <item>
                <title>Embargo ao Irã deve elevar preço do petróleo na Europa</title> 
                <link>http://www.newscomex.com/mostra_noticia.php?codigo=25833</link> 
                <description>&lt;p&gt;
	O embargo da Uni&amp;atilde;o Europeia ao petr&amp;oacute;leo do Ir&amp;atilde; deve elevar os pre&amp;ccedil;os na Europa e reduzi-los na &amp;Aacute;sia, afirmou o vice-diretor-executivo da Ag&amp;ecirc;ncia Internacional de Energia (AIE), Richard Jones.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Segundo ele, por&amp;eacute;m, os pa&amp;iacute;ses da UE conseguir&amp;atilde;o encontrar todo o suprimento alternativo que necessitam para substituir o petr&amp;oacute;leo iraniano, at&amp;eacute; o in&amp;iacute;cio do embargo em julho. Jones comentou o tema durante audi&amp;ecirc;ncia no Comit&amp;ecirc; de Energia e Recursos Naturais do Senado dos EUA, e suas declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es foram divulgadas no site da AIE nesta sexta-feira.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;#39;Basicamente, a AIE pensa que as refinadoras que n&amp;atilde;o puderem importar petr&amp;oacute;leo do Ir&amp;atilde; devem conseguir os barris extras que necessitam, embora elas devem ter de pagar pre&amp;ccedil;os mais altos&amp;#39;, afirmou Jones ao comit&amp;ecirc;.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	O Ir&amp;atilde; provavelmente tentar&amp;aacute; manter ou ampliar as vendas para pa&amp;iacute;ses que n&amp;atilde;o participam do embargo, potencialmente realizando vendas extras de petr&amp;oacute;leo para a &amp;Aacute;sia a pre&amp;ccedil;os mais baixos, disse Jones.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	A UE importa entre 500 mil e 600 mil barris ao dia de petr&amp;oacute;leo do Ir&amp;atilde;. O bloco europeu concordou em parar de importar o petr&amp;oacute;leo do pa&amp;iacute;s, como forma de pression&amp;aacute;-lo em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a seu programa nuclear. A UE e os EUA temem que o Ir&amp;atilde; busque secretamente armas nucleares, o que Teer&amp;atilde; nega, garantindo ter apenas fins pac&amp;iacute;ficos. (&lt;a href=&quot;http://estadao.br.msn.com/economia/embargo-ao-ir%C3%A3-deve-elevar-pre%C3%A7o-do-petr%C3%B3leo-na-europa&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Fonte&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;
03/02/2012</description>
                <datePosted></datePosted> 
            </item>
                    <item>
                <title>Mantega deve falar sobre denúncias </title> 
                <link>http://www.newscomex.com/mostra_noticia.php?codigo=25834</link> 
                <description>&lt;p&gt;
	O Minist&amp;eacute;rio da Fazenda instaurou uma comiss&amp;atilde;o de sindic&amp;acirc;ncia para investigar as suspeitas de irregularidade na Casa da Moeda. Em nota oficial informou que vai apurar a conduta do ex-presidente Denucci. (&lt;a href=&quot;http://www.dci.com.br/Mantega-deve-falar-sobre-denuncias--7-409152.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Fonte&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;
03/02/2012</description>
                <datePosted></datePosted> 
            </item>
                    <item>
                <title>Dilma troca Negromonte por Aguinaldo Ribeiro</title> 
                <link>http://www.newscomex.com/mostra_noticia.php?codigo=25835</link> 
                <description>&lt;p&gt;
	Reunido com a presidente, M&amp;aacute;rio Negromonte entregou o cargo de ministro das Cidades. Para seu lugar Dilma indicou o deputado federal de primeiro mandato e l&amp;iacute;der do PP Aguinaldo Ribeiro, da Para&amp;iacute;ba. (&lt;a href=&quot;http://www.dci.com.br/Dilma-troca-Negromonte-por-Aguinaldo-Ribeiro-7-409150.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Fonte&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;
03/02/2012</description>
                <datePosted></datePosted> 
            </item>
                    <item>
                <title>Resolução prorroga entrega do Simples para 12 de março</title> 
                <link>http://www.newscomex.com/mostra_noticia.php?codigo=25836</link> 
                <description>&lt;p&gt;
	O prazo para que micro e pequenos empres&amp;aacute;rios e empreendedores individuais, que fazem o recolhimento simplificado de tributos, paguem a parcela de janeiro foi prorrogado at&amp;eacute; o dia 12 de mar&amp;ccedil;o. O prazo original terminava no pr&amp;oacute;ximo dia 22. A decis&amp;atilde;o, tomada pelo Comit&amp;ecirc; Gestor do Simples, foi publicada nesta sexta-feira (3) no Di&amp;aacute;rio Oficial da Uni&amp;atilde;o.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	De acordo com o Comit&amp;ecirc; Gestor, respons&amp;aacute;vel pelo regime especial, a mudan&amp;ccedil;a da data foi provocada pela necessidade de adapta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do novo programa de c&amp;aacute;lculo do valor da parcela. O aplicativo que ficaria pronto no in&amp;iacute;cio de fevereiro s&amp;oacute; estar&amp;aacute; dispon&amp;iacute;vel em 5 de mar&amp;ccedil;o.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	O Comit&amp;ecirc; tamb&amp;eacute;m estabeleceu o prazo de entrega da Declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o Anual do Simples Nacional (Dasn). O documento poder&amp;aacute; ser enviado at&amp;eacute; 16 de abril, e o aplicativo para o preenchimento dos dados estar&amp;aacute; dispon&amp;iacute;vel a partir de 1&amp;ordm; de mar&amp;ccedil;o. Empresas com sede em munic&amp;iacute;pios que decretarem calamidade p&amp;uacute;blica at&amp;eacute; 16 de abril poder&amp;atilde;o entregar o documento em 30 de junho.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	O prazo para pedir novas ades&amp;otilde;es ao Simples Nacional terminou na &amp;uacute;ltima ter&amp;ccedil;a-feira (31). A Receita Federal processar&amp;aacute; as requisi&amp;ccedil;&amp;otilde;es e divulgar&amp;aacute; o resultado final at&amp;eacute; 15 de fevereiro.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Criado em 2007, o Simples Nacional re&amp;uacute;ne, em um pagamento &amp;uacute;nico, seis tributos federais: Imposto de Renda da Pessoa Jur&amp;iacute;dica (IRPJ), Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), PIS/Pasep, Contribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), Contribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o Social sobre o Lucro L&amp;iacute;quido (CSLL) e contribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o patronal para o INSS. (&lt;a href=&quot;http://www.dci.com.br/Resolucao-prorroga-entrega-do-Simples-para-12-de-marco-13-409166.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Fonte&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;
03/02/2012</description>
                <datePosted></datePosted> 
            </item>
                    <item>
                <title>Em mensagem ao Congresso, Dilma diz que 2012 exigirá disciplina e ousadia</title> 
                <link>http://www.newscomex.com/mostra_noticia.php?codigo=25837</link> 
                <description>&lt;p&gt;
	A gest&amp;atilde;o econ&amp;ocirc;mica do Brasil vai exigir disciplina e ousadia em 2012, o que inclui o alcance do super&amp;aacute;vit fiscal proposto para este ano, a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o constante sobre a evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos pre&amp;ccedil;os e a continuidade da redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da d&amp;iacute;vida p&amp;uacute;blica do pa&amp;iacute;s. A an&amp;aacute;lise consta da mensagem encaminhada pela presidente da Rep&amp;uacute;blica, Dilma Rousseff, ao Congresso Nacional, por ocasi&amp;atilde;o da reabertura dos trabalhos legislativos de 2012, ocorrida nesta quinta-feira (2).&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Entregue pela ministra da Casa Civil, a senadora licenciada Gleisi Hoffmann, ao presidente do Senado, Jos&amp;eacute; Sarney, a mensagem foi lida pelo 1&amp;ordm; secret&amp;aacute;rio da Mesa do Congresso, deputado Eduardo Gomes (PSDB-TO). No documento, a presidente argumenta que ser&amp;aacute; preciso ousadia para adotar todas as medidas necess&amp;aacute;rias &amp;agrave; continuidade do crescimento da produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o e do emprego e &amp;agrave; prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o da estrutura produtiva do pa&amp;iacute;s.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Nessa dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o, conforme a presidente, importantes medidas j&amp;aacute; foram adotadas, como o reajuste do sal&amp;aacute;rio m&amp;iacute;nimo para R$ 622, em linha com a pol&amp;iacute;tica de valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o proposta pelo Executivo e aprovada pelo Congresso Nacional em 2011, o que permitir&amp;aacute; ganhos salariais &amp;agrave; parcela importante de trabalhadores, aposentados e pensionistas da Previd&amp;ecirc;ncia Social, servindo para manter o dinamismo do mercado interno.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Na mensagem a presidente lembra tamb&amp;eacute;m que j&amp;aacute; est&amp;aacute; em vigor corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 4,5% na tabela do Imposto de Renda para pessoas f&amp;iacute;sicas, acrescentando que a corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o das faixas de enquadramento do Supersimples tamb&amp;eacute;m j&amp;aacute; reduziu a tributa&amp;ccedil;&amp;atilde;o incidente sobre empreendedores individuais, micro e pequenas empresas, fundamentais para a gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de riqueza e de emprego no pa&amp;iacute;s.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Desde janeiro, est&amp;atilde;o em vigor as novas faixas para enquadramento nos benef&amp;iacute;cios tribut&amp;aacute;rios para as micro e pequenas empresas, corrigidas em 50%: no caso das microempresas, passando de R$ 240 mil para R$ 360 mil e para as pequenas empresas, de R$ 2,4 milh&amp;otilde;es para R$ 3,6 milh&amp;otilde;es. Para os microempreendedores individuais, a faixa de enquadramento foi corrigida em 67%, passando de R$ 36 mil para R$ 60 mil.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	A presidente observa ainda que o Crescer (Programa Nacional de Microcr&amp;eacute;dito) vem oferecendo cr&amp;eacute;dito barato aos pequenos empreendedores brasileiros, que podem tomar empr&amp;eacute;stimos de at&amp;eacute; R$ 15 mil, com taxa de juros de 8% ao ano e taxa de abertura de cr&amp;eacute;dito de apenas 1%.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;quot;Nossa meta em 2012 &amp;eacute; atingir uma carteira ativa de 2,2 milh&amp;otilde;es de clientes&amp;quot;, afirma Dilma Rousseff em sua mensagem.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Na mensagem, de 472 p&amp;aacute;ginas, a presidente Dilma Rousseff lembra que em 2011, ano em que as grandes pot&amp;ecirc;ncias mundiais cresceram pouco ou retrocederam, o Brasil manteve-se em crescimento, com infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o sob controle, juros descendentes e aumento das reservas internacionais, gerando quase 2 milh&amp;otilde;es de empregos, o segundo melhor resultado em sua hist&amp;oacute;ria.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Esses resultados, diz a presidente, s&amp;atilde;o express&amp;atilde;o de um novo modelo de desenvolvimento, centrado no fortalecimento do mercado interno, na gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de emprego, distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de renda e investimentos. Com responsabilidade fiscal e monet&amp;aacute;ria, o pa&amp;iacute;s tem adotado uma combina&amp;ccedil;&amp;atilde;o de pol&amp;iacute;ticas macroecon&amp;ocirc;micas - fiscal e monet&amp;aacute;ria - para manter o crescimento vigoroso e continuado, o que garantir&amp;aacute; a transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Brasil em um pa&amp;iacute;s de classe m&amp;eacute;dia.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	A melhoria da nota do Brasil concedida pelas maiores ag&amp;ecirc;ncias de classifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de risco e os recorrentes recordes de entrada de investimento estrangeiro no pa&amp;iacute;s mostram o reconhecimento internacional da solidez da economia e referendam o acerto dessas a&amp;ccedil;&amp;otilde;es em 2011, assinala a presidente.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Na mensagem, Dilma Roussef reafirma o seu compromisso com a erradica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da extrema pobreza no Brasil, citando o programa Brasil sem Mis&amp;eacute;ria, que pretende tirar 16 milh&amp;otilde;es de brasileiros da extrema pobreza.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	J&amp;aacute; foram inclu&amp;iacute;das mais 1,3 milh&amp;atilde;o de crian&amp;ccedil;as e adolescentes no Programa Bolsa-Fam&amp;iacute;lia. Por meio de busca ativa, foram localizadas 407 mil fam&amp;iacute;lias que tinham direito ao benef&amp;iacute;cio e ainda n&amp;atilde;o o recebiam. Em 2012, o governo pretende integrar mais programas estaduais de transfer&amp;ecirc;ncia de renda ao Bolsa-Fam&amp;iacute;lia, e promover a&amp;ccedil;&amp;otilde;es complementares para a inser&amp;ccedil;&amp;atilde;o produtiva urbana.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	At&amp;eacute; o final deste ano, 200 mil fam&amp;iacute;lias de agricultores familiares extremamente pobres dever&amp;atilde;o receber assist&amp;ecirc;ncia t&amp;eacute;cnica para aprimorar sua capacidade de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o e de gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de renda.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	A mensagem presidencial &amp;eacute; uma tradi&amp;ccedil;&amp;atilde;o que vem do Imp&amp;eacute;rio, por meio das falas do trono, sendo copiada dos ingleses e mantida desde o in&amp;iacute;cio do Legislativo, em 1823. At&amp;eacute; a Proclama&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Rep&amp;uacute;blica, o imperador comparecia pessoalmente na abertura dos trabalhos legislativos. A partir de 1891, adotou-se a proposta que permite ao presidente da Republica encaminhar a mensagem, em vez de comparecer ao Congresso.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Em alguns momentos, por&amp;eacute;m, o pr&amp;oacute;prio presidente da Rep&amp;uacute;blica levou ao Congresso a mensagem, a exemplo de Jos&amp;eacute; Sarney, em 1990. Em 2003, foi a vez do presidente Luiz In&amp;aacute;cio Lula da Silva. Em 2011, o gesto foi repetido pela presidente Dilma Rousseff. A mensagem pode ser acessada no site www.presidencia.gov.br. (&lt;a href=&quot;http://www.jornaldeluzilandia.com.br/txt.php?id=18157&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Fonte&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;
03/02/2012</description>
                <datePosted></datePosted> 
            </item>
                    <item>
                <title>SUPRG e FURG irão assinar termo de cooperação</title> 
                <link>http://www.newscomex.com/mostra_noticia.php?codigo=25812</link> 
                <description>&lt;p&gt;
	Nesta quarta-feira (1&amp;ordm;), &amp;agrave;s 9h30min, no Centro de Conviv&amp;ecirc;ncia do Porto Novo, ser&amp;aacute; realizada a assinatura de um termo de coopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre a Superintend&amp;ecirc;ncia do Porto do Rio Grande e a Universidade Federal do Rio Grande &amp;ndash; Furg.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	O objetivo deste conv&amp;ecirc;nio &amp;eacute; formar uma parceria entre as duas institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es para a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de projetos de pesquisa. Para viabilizar estes estudos, a SUPRG disponibilizou &amp;agrave; Furg uma sala onde ser&amp;aacute; instalado o Laborat&amp;oacute;rio de Geotecnologia e Sistemas Cadastrais do Porto do Rio Grande. Este deve ser o primeiro laborat&amp;oacute;rio desse porte no pa&amp;iacute;s.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Para explicar as metodologias e os benef&amp;iacute;cios desta coopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ser&amp;aacute; realizada amanh&amp;atilde; uma apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o pelo coordenador do projeto, Prof. Dr. Glauber Acunha Gon&amp;ccedil;alves e pela Profa. Dra. Elisa Fernandes, que &amp;eacute; coordenadora do Laborat&amp;oacute;rio de Oceanografia Costeira da universidade. (&lt;strong&gt;Por: Lorena Barros Garibaldi&lt;/strong&gt;)&lt;/p&gt;
01/02/2012</description>
                <datePosted></datePosted> 
            </item>
                    <item>
                <title>Vindima deste ano marca 80 anos da 1ª colheita da Granja União, marca adquirida pela Cooperativa Vinícola Garibaldi</title> 
                <link>http://www.newscomex.com/mostra_noticia.php?codigo=25813</link> 
                <description>&lt;p&gt;
	O dia 26 de janeiro, que deu in&amp;iacute;cio &amp;agrave; vindima em Flores da Cunha, &amp;eacute; tamb&amp;eacute;m o marco da primeira colheita realizada pela Granja Uni&amp;atilde;o, em 1932. Os 80 anos da primeira vindima de uma das mais tradicionais marcas da vitivinicultura brasileira &amp;eacute; considerado um fato hist&amp;oacute;rico para o setor, j&amp;aacute; que a Granja Uni&amp;atilde;o foi quem introduziu os vinhos finos de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o nacional no consumo dos brasileiros. A Vin&amp;iacute;cola Riograndense elaborou o primeiro vinho varietal do Brasil, justamente sob o r&amp;oacute;tulo Granja Uni&amp;atilde;o. No ano passado, a Cooperativa Vin&amp;iacute;cola Garibaldi comprou os direitos de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o e comercializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da marca Granja Uni&amp;atilde;o, que deve incrementar ainda mais a j&amp;aacute; reconhecida produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o da cooperativa.&amp;nbsp; &amp;ldquo;Aumentamos nosso portf&amp;oacute;lio de vinhos finos tendo a Granja Uni&amp;atilde;o como um dos carros-chefes. E o resultado n&amp;atilde;o poderia ser melhor. Com a marca Granja Uni&amp;atilde;o, nossas vendas de vinhos finos dobraram este ano&amp;rdquo;, afirma o presidente Oscar L&amp;oacute;. (Com Informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es da Assessoria de Imprensa)&lt;/p&gt;
01/02/2012</description>
                <datePosted></datePosted> 
            </item>
                    <item>
                <title>ESAMC Santos forma cool hunters</title> 
                <link>http://www.newscomex.com/mostra_noticia.php?codigo=25814</link> 
                <description>&lt;p&gt;
	&lt;strong&gt;As empresas cada vez mais solicitam &amp;ldquo;cool hunters&amp;rdquo; e especialistas em &amp;ldquo;trends &amp;amp; innovation&amp;rdquo;. Como a vis&amp;atilde;o futur&amp;iacute;stica n&amp;atilde;o &amp;eacute; um dom inato, muitas institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es mant&amp;eacute;m cursos especializados nestes temas, como a ESAMC Santos. O MBA de &amp;ldquo;Trends &amp;amp; Innovation&amp;rdquo; tem como objetivo capacitar o aluno a dominar e gerenciar o mundo da inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o estrat&amp;eacute;gica e a aplic&amp;aacute;-lo em sua empresa. A nova turma come&amp;ccedil;a em mar&amp;ccedil;o e as inscri&amp;ccedil;&amp;otilde;es s&amp;atilde;o feitas no site www.esamc.br ou na secretaria da faculdade, localizada na rua Doutor Egydio Martins, 181, na Ponta da Praia, em Santos (SP).&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	As empresas cada vez mais solicitam &amp;ldquo;cool hunters&amp;rdquo; e especialistas em &amp;ldquo;trends &amp;amp; innovation&amp;rdquo;. Isto &amp;eacute;, buscam ca&amp;ccedil;adores de tend&amp;ecirc;ncias, pessoas que visualizam produtos e solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es inovadoras, gente que tem capacidade de antecipar o que vai ser sucesso. Como a vis&amp;atilde;o futur&amp;iacute;stica n&amp;atilde;o &amp;eacute; um dom inato, muitas institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es mant&amp;eacute;m cursos especializados nestes temas, como a ESAMC Santos.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Batizado de &amp;ldquo;Trends &amp;amp; Innovation, O MBA da unidade santista tem como objetivo oferecer ao participante uma vis&amp;atilde;o especializada sobre o mundo das tend&amp;ecirc;ncias e da inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o de forma aplicada, avan&amp;ccedil;ada e altamente pr&amp;aacute;tica, capacitando o aluno a dominar, gerenciar e aplicar esta estrat&amp;eacute;gia em sua empresa.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	A forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o tem dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 420 horas de atividades, equivalente a 18 meses, dividida em duas fases: eixo comum, especializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o estrat&amp;eacute;gica. Dentre as mat&amp;eacute;rias est&amp;atilde;o: Futuro, Criatividade e Pensamento Lateral, Coolhunting e Detec&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Tend&amp;ecirc;ncias, Trendslator &amp;amp; Business Insight, Web 2.0. M&amp;iacute;dia e Redes Sociais, e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o Estrat&amp;eacute;gica.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	A inscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o para a turma de mar&amp;ccedil;o &amp;eacute; feita no site www.esamc.br ou na secretaria da faculdade, localizada na rua Doutor Egydio Martins, 181, na Ponta da Praia, em Santos (SP). Al&amp;eacute;m desta especializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a faculdade oferece ainda MBA em Auditoria, Gest&amp;atilde;o da Comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o Mercado, Gest&amp;atilde;o da Produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Gest&amp;atilde;o de Marketing, Gest&amp;atilde;o de Recursos Humanos, Gest&amp;atilde;o de Vendas e Trade Marketing, Gest&amp;atilde;o Empreendedora de Neg&amp;oacute;cios, Gest&amp;atilde;o Financeira, Log&amp;iacute;stica Nacional e Internacional e Neg&amp;oacute;cios Internacionais.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	As matr&amp;iacute;culas realizadas at&amp;eacute; 10 de fevereiro garantem desconto de 30% na primeira parcela do curso. Outras informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es s&amp;atilde;o obtidas atrav&amp;eacute;s do telefone (13) 3269-5759 ou e-mail santos@esamc.br.&amp;nbsp; (Com Informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es da Assessoria de Imprensa)&lt;/p&gt;
01/02/2012</description>
                <datePosted></datePosted> 
            </item>
                    <item>
                <title>Argentina: novas barreiras comerciais</title> 
                <link>http://www.newscomex.com/mostra_noticia.php?codigo=25815</link> 
                <description>&lt;p&gt;
	As novas barreiras comerciais da Argentina entram em vigor hoje com um aperto adicional: a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Banco Central nos controles oficiais. Norma da institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o estabelece que os importadores apresentem a Declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o Juramentada Antecipada de Importa&amp;ccedil;&amp;atilde;o (DJAI) para realizar pagamentos em d&amp;oacute;lares aos fornecedores externos. A regra tamb&amp;eacute;m estabelece que o importador poder&amp;aacute; comprar d&amp;oacute;lares para fazer seus compromissos com uma antecipa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de at&amp;eacute; cinco dias ao vencimento. Antes dessa nova medida do BC argentino, n&amp;atilde;o havia um prazo determinado e o operador tinha apenas que apresentar a ordem de compra.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	A declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o pedida pelo BC &amp;eacute; a mesma exigida pela Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o Federal de Rendas P&amp;uacute;blicas (Afip), a Receita Federal argentina. Paralelamente &amp;agrave;s duas exig&amp;ecirc;ncias, os importadores ter&amp;atilde;o tamb&amp;eacute;m que enviar, pelo correio eletr&amp;ocirc;nico, uma &amp;quot;nota de pedido&amp;quot; &amp;agrave; Secretaria de Com&amp;eacute;rcio Interior, informando detalhes da compra desejada, como tipo, volume e valor. Os empres&amp;aacute;rios acreditam que esse ser&amp;aacute; o maior entrave para importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es. &amp;quot;O problema ser&amp;aacute; mesmo com (Guillermo) Moreno que tem um equipe reduzida de oito funcion&amp;aacute;rios para analisar uma enxurrada de pedidos de compras&amp;quot;, disse uma fonte da C&amp;acirc;mara de Importadores da Rep&amp;uacute;blica Argentina (Cira), referindo-se ao todo-poderoso secretario de Com&amp;eacute;rcio.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	As exig&amp;ecirc;ncias se assemelham a um regime de licen&amp;ccedil;as n&amp;atilde;o autom&amp;aacute;ticas para importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Hoje, existem 600 posi&amp;ccedil;&amp;otilde;es tarif&amp;aacute;rias que n&amp;atilde;o contam com licen&amp;ccedil;as autom&amp;aacute;ticas mas, com as novas regras, qualquer importa&amp;ccedil;&amp;atilde;o precisar&amp;aacute; de autoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Moreno. O objetivo da escalada protecionista &amp;eacute; cumprir o desejo da presidente Cristina Kirchner. (&lt;a href=&quot;http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1100517&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Fonte&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;
01/02/2012</description>
                <datePosted></datePosted> 
            </item>
                    <item>
                <title>Sistema que permite registro de operações de comércio exterior na internet entra em vigor hoje</title> 
                <link>http://www.newscomex.com/mostra_noticia.php?codigo=25816</link> 
                <description>&lt;p&gt;
	O novo m&amp;oacute;dulo do Siscomex Exporta&amp;ccedil;&amp;atilde;o Web (Novoex), que permite o registro das opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es de com&amp;eacute;rcio exterior por meio da internet, entra em vigor hoje (1&amp;deg;). Esse sistema substitui o Siscomex Exporta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, lan&amp;ccedil;ado em 1993.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Segundo o Minist&amp;eacute;rio do Desenvolvimento, Ind&amp;uacute;stria e Com&amp;eacute;rcio Exterior, o Novoex pode ser acessado diretamente na internet, sem a necessidade de instala&amp;ccedil;&amp;atilde;o de programas adicionais nos computadores dos usu&amp;aacute;rios. Pelo sistema, os usu&amp;aacute;rios podem gravar os Registros de Exporta&amp;ccedil;&amp;atilde;o (REs) e os Registros de Cr&amp;eacute;dito (RCs).&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	De acordo com o minist&amp;eacute;rio, com novas funcionalidades, o Novoex possibilita o aproveitamento de informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de registros anteriores e ainda permite que os usu&amp;aacute;rios possam fazer REs por lotes, o que facilita o trabalho dos operadores, al&amp;eacute;m de reduzir o tempo das opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es. O Novoex apresenta ainda interface mais interativa para os usu&amp;aacute;rios, maior visibilidade do processo pelo exportador e pelo anuente, e permite a simula&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;eacute;via do RE.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	O novo sistema tamb&amp;eacute;m permite a totaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o online dos valores e das quantidades informados pelo exportador com cr&amp;iacute;ticas para valores incompat&amp;iacute;veis. No Novoex ser&amp;atilde;o efetuadas apenas as opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es comerciais (RE e RC), sendo que todas as opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es aduaneiras continuam a ser realizadas da mesma forma nos sistemas da Receita Federal.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	A Secretaria de Com&amp;eacute;rcio Exterior (Secex) do minist&amp;eacute;rio instalou uma central de atendimento para esclarecer os usu&amp;aacute;rios sobre as mudan&amp;ccedil;as. O contato por ser feito por telefone (61 2027-8200) e e-mail (novoex@mdic.gov.br).&amp;nbsp; (&lt;a href=&quot;http://www.jornalagora.com.br/site/content/noticias/detalhe.php?e=6&amp;amp;n=23624&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Fonte&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;
01/02/2012</description>
                <datePosted></datePosted> 
            </item>
                    <item>
                <title>Fronteira entre China e Rússia registra crescimento comercial</title> 
                <link>http://www.newscomex.com/mostra_noticia.php?codigo=25817</link> 
                <description>&lt;p&gt;
	Autoridades da alf&amp;acirc;ndega de Suifenhe, na Prov&amp;iacute;ncia de Heilongjiang no nordeste da China, e que faz fronteira com a R&amp;uacute;ssia, afirmou nesta quarta-feira que o com&amp;eacute;rcio da cidade com o pa&amp;iacute;s vizinho alcan&amp;ccedil;ou US$ 2,97 bilh&amp;otilde;es em 2011, aumento de 12,3% no &amp;acirc;mbito anual.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	O com&amp;eacute;rcio com a R&amp;uacute;ssia responde por mais de 40% do volume total do com&amp;eacute;rcio exterior.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	O volume do com&amp;eacute;rcio exterior de Suifenhe registrou US$ 6,95 bilh&amp;otilde;es em 2011, respondendo por 18% do volume provincial, de acordo com um comunicado emitido pela alf&amp;acirc;ndega da cidade.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Os neg&amp;oacute;cios privados tiveram um papel principal no com&amp;eacute;rcio exterior da cidade, cujo volume chegou a US$ 6,38 bilh&amp;otilde;es em 2011, afirmou a fonte.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Suifenhe &amp;eacute; um caminho principal para o com&amp;eacute;rcio sino-r&amp;uacute;sso e tamb&amp;eacute;m o maior porto que liga o nordeste chin&amp;ecirc;s com o Mar do Jap&amp;atilde;o. A cidade importa principalmente petr&amp;oacute;leo bruto, produtos petrol&amp;iacute;feros, madeira e min&amp;eacute;rio de ferro, e exporta principalmente vestu&amp;aacute;rio e acess&amp;oacute;rios, produtos mec&amp;acirc;nicos e eletr&amp;ocirc;nicos, al&amp;eacute;m de produtos agr&amp;iacute;colas.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	A China &amp;eacute; atualmente o maior parceiro de com&amp;eacute;rcio da R&amp;uacute;ssia. Estima-se que o volume comercial entre os dois pa&amp;iacute;ses ultrapasse US$ 70 bilh&amp;otilde;es em 2011. (&lt;a href=&quot;http://portuguese.cri.cn/561/2012/02/01/1s145628.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Fonte&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;
01/02/2012</description>
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